QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Todas as Pessoas Tem Direitos Sexuais. Você sabia disso?

O dia 4 de setembro foi estabelecido pela World Association for Sexual Health(WAS) a data para celebrar o Dia Mundial da Saúde Sexual. Criada em 2010, a proposta surgiu para promover maior consciência social sobre a saúde sexual ao redor do mundo. 

Como ainda há muita confusão entre a palavra sexo sexualidade, vale lembrar que sexo é apenas um aspecto da sexualidade.

  • Todas as pessoas têm direitos sexuais que são considerados Direitos Humanos Universais, declarados em agosto de 1999, no 14º. Congresso Mundial de Sexologia da Associação Mundial para a Saúde Sexual (WAS) em Hong Kong.

Esses direitos são baseados na liberdade inerente, dignidade e igualdade para todos os seres humanos:

  • O DIREITO À LIBERDADE SEXUAL – A liberdade sexual diz respeito à possibilidade que os indivíduos tem de expressar seu potencial sexual. No entanto, aqui se excluem todas as formas de coerção, exploração e abuso em qualquer época ou situações de vida.
  • O DIREITO À AUTONOMIA SEXUAL. INTEGRIDADE SEXUAL E À SEGURANÇA DO CORPO SEXUAL – Este direito envolve a habilidade de uma pessoa em tomar decisões autônomas sobre a própria vida sexual num contexto de ética pessoal e social. Também inclui o controle e o prazer de nossos corpos livres de tortura, mutilação e violência de qualquer tipo.


  • O DIREITO À PRIVACIDADE SEXUAL – O direito às decisões individuais e aos comportamentos sobre intimidade desde que não interfiram nos direitos sexuais dos outros.
  • O DIREITO À IGUALDADE SEXUAL – Liberdade de todas as formas de discriminação, independentemente do sexo, gênero, orientação sexual, idade, raça, classe social, religião, deficiências mentais ou físicas

  • O DIREITO AO PRAZER SEXUAL – prazer sexual, incluindo autoerotismo, é uma fonte de bem estar físico, psicológico, intelectual e espiritual.

  • O DIREITO À EXPRESSÃO SEXUAL – A expressão sexual é mais do que um prazer erótico ou atos sexuais. Cada indivíduo tem o direito de expressar a sexualidade por meio da comunicação, toques, expressão emocional e amor.
  • O DIREITO À LIVRE ASSOCIAÇÃO SEXUAL – assegura o casamento ou não, o divórcio, e o estabelecimento de outros tipos de associações sexuais responsáveis.


  • O DIREITO ÀS ESCOLHAS REPRODUTIVAS LIVRES E RESPONSÁVEIS – É o direito de decidir ter ou não ter filhos, a quantidade e o tempo entre o nascimento de cada um, além do direito total aos métodos de regulação da fertilidade.
  • O DIREITO À INFORMAÇÃO BASEADA NO CONHECIMENTO CIENTÍFICO – A informação sexual deve ser gerada por meio de um processo científico e ético e disseminada de forma apropriada em todos os níveis sociais.
  • DIREITO À EDUCAÇÃO SEXUAL COMPREENSIVA – processo que dura a vida toda desde o nascimento e deveria envolver todas as instituições sociais.

  • O DIREITO À SAÚDE SEXUAL – O cuidado com a saúde sexual deve estar disponível para a prevenção e o tratamento de todos os problemas sexuais, preocupações e desordens.

Encerro este artigo com a frase do célebre Eleanor Roosevelt:

"Afinal, onde começam os Direitos Universais? Em pequenos lugares, perto de casa — tão perto e tão pequenos que eles não podem ser vistos em qualquer mapa do mundo. No entanto, estes são o mundo do indivíduo; a vizinhança em que ele vive; a escola ou universidade que ele frequenta; a fábrica, quinta ou escritório em que ele trabalha. Tais são os lugares onde cada homem, mulher e criança procura igualdade de justiça, igualdade de oportunidade, igualdade de dignidade sem discriminação. A menos que esses direitos tenham significado aí, eles terão pouco significado em qualquer outro lugar. Sem a ação organizada do cidadão para defender esses direitos perto de casa, nós procuraremos em vão pelo progresso no mundo maior".

 Por:  - https://www.linkedin.com/pulse/

Comodidade Dez, Privacidade Zero

Claro que você já percebeu. Sua vida não é mais a sua vida. Ela pertence aos aplicativos e à internet. Você entra no carro, liga o Waze para ver o trânsito e, dependendo do horário, o aplicativo já te pergunta se você está indo para determinado lugar – porque já reconhece seus trajetos usuais. 
Você entra no site da Amazon para comprar um livro e o site, com base em suas pesquisas e compras anteriores, já te mostra sugestões afins. Você escolhe pelo Airbnb uma casa para passar as férias, envia uma solicitação de reserva para o proprietário e se, 24 horas depois, não obtiver resposta, o site sabe e já te envia um pedido de desculpas e opções de casas semelhantes.
Isso é fantástico e ao mesmo tempo assustador. Os sites e aplicativos estão cada vez mais inteligentes e… sabem TODOS os nossos movimentos. Muita gente sequer percebe. Ou, se percebe, se sujeita a fornecer dados para ter em troca a economia de tempo e a comodidade.
Claro que todos nós gostamos de ser reconhecidos, de ter tratamento personalizado. Os sofisticados algoritmos por trás dos sites e aplicativos são mestres em suprir a nossa carência por atenção. É como se um amigo que nos conhece bem nos desse dicas sobre coisas que ele sabe que gostamos. É uma sensação de intimidade, de dedicação, que de alguma forma nos faz sentir mimados e privilegiados.
Colhemos as facilidades de receber informações alinhadas às nossas demandas e ao nosso perfil, mas pagamos o preço da não-privacidade.
Talvez por isso a febre do momento seja o Snapchat, aplicativo para troca de mensagens que apaga os registros em apenas alguns segundos. Para os teens, que há muito abandonaram o Facebook porque não querem saber de pais e tios “espionando” suas postagens, é a mídia ideal.
As marcas e artistas já estão descobrindo o valor desse “contato imediato”. Em fevereiro, Madonna lançou com exclusividade no Snapchat o clipe de Living for Love. Usando a ferramenta Discover, a cantora distribuiu o vídeo para todos os usuários do aplicativo, mas ele desapareceu em menos de 24 horas. Depois ele foi postado no YouTube, mas o barulho inicial se deu pelo Snapchat.
Enquanto os mais velhos querem guardar diálogos do Whatsapp ou revisitar antigos álbuns de fotos no Facebook, os mais jovens querem fugir desses registros. Tudo é imediato, de consumo rápido e superficial. No dia seguinte, mal se lembram do que viram. As impressões são fugidias e estão a todo momento dando lugar ao novo. Ansiamos por novidade, sem parar.
Se em 1989, quando Richard Saul Wurman (o idealizador das fantásticas mini-apresentações TED Talks) escreveu “Ansiedade de Informação”, já havia essa angústia, imagine hoje, com a facilidade das redes sociais para disseminar conteúdo em texto, vídeo e áudio. Em tempo: há um volume II dessa mesma obra, escrito em 2006, que discute como tornar a informação mais fácil e entender e de usar.
Chegará um tempo em que não vamos mais dormir, para não deixar de consumir conteúdo online o máximo possível. “O dia de 24 horas, definitivamente, não é mais suficiente. Não dá mais tempo para dormir, estamos o tempo todo conectados, atentos, consumindo conteúdo e nos relacionando com pessoas, sejam elas conhecidas ou não. 
No mundo atual, dormir é para os fracos. Dormir é o único momento em que realmente não estamos conectados. Talvez cheguemos a uma sociedade em que dormir seja ruim, indo além da mera sensação de perda de tempo que alguns de nós já sentem”, escreve Mauro Segura no intrigante post No mundo atual, dormir é para os fracos, inspirado pela obra “24/7 Capitalismo Tardio e os Fins do Sono”, de Jonathan Crary. É a Síndrome de FoMO (Fear of Missing Out, ou medo de deixar passar algo) elevada à décima potência.

Copiado: http://www.iinterativa.com.br

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

A Administração como Ciência

A Administração passou a ser vista e tratada de forma científica, a partir da Revolução Industrial, movimento que trouxe à tona inúmeras mudanças no que concerne ao modelo de produção adotado e, por consequência, na forma de administrar/gerir os recursos pertencentes à organização.

De modo a otimizar sua utilização e consequentemente os seus resultados. A partir desse tratamento (administração como ciência), começou-se a pensar formas de melhorar os resultados apresentados pelas empresas e assim iniciou-se a aplicação de métodos científicos à busca por essa melhorias. 
No início do século XX, dois engenheiros desenvolveram os primeiros trabalhos a respeito da administração. Embora sejam contemporâneos em seus trabalhos, os realizaram de forma individual. Enquanto o americano Frederick Winslow Taylor enfatizou a adoção de métodos racionais, padronizados e máxima divisão de tarefas, aumentado assim, a produção através racionalização do trabalho operário (das partes para o todo), e tendo para isso baseado-se na aplicação dos métodos científicos aos problemas da administração, sendo os principais, a observação e mensuração e, originando dessa forma, a Escola da Administração Científica. 

O europeu Henry Fayol desenvolveu a Teoria Clássica da Administração, a qual enfatizava a estrutura que a organização deveria ter para ser eficiente (de cima para baixo).
Taylor, com base em observações diretas feitas em oficinas, concluiu que, de modo geral, os operários, produziam muito menos que poderiam produzir. A partir daí desenvolveu seu sistema de administração científica. Ele pretendia uma verdadeira revolução mental por parte dos empregados e empregadores, que deveriam abandonar a luta pela repartição do produto do trabalho em favor da coordenação de esforços para aumentar esse lucro, o que ficou conhecido como estudos dos tempos e movimentos.
Fayol atribuiu aos subordinados uma capacidade técnica, que pode ser expressa através do que ele denominou de cinco princípios básicos da administração: planejar, organizar, comandar, coordenar e controlar (POCCC), princípios esses que sofreram alterações, sendo condesados.
Mas o que essas duas abordagens tinham em comum? O seu mecanismo. Ficaram conhecidas como teorias da máquina, pois as pessoas eram tratadas como engrenagens de máquinas, buscava-se sempre alcançar o máximo da sua capacidade produtiva, sem levar em conta fatores como a fadiga, a forma como essas pessoas de relacionavam, dentre outros tantos fatores.
Como resposta à Abordagem Clássica da Adminstração, tornaram-se públicos os primeiros trabalhos envolvendo o estudo do comportamento humano, bem como o impacto de algumas mudanças de fatores sobre esses comportamentos. 

Como consequências dos  resultado obtidos a partir da realização da experiência de Hawthorne, em Chicago, para pesquisar a correlação entre iluminação e eficiência dos operários, medida por meio da produção, surgia a abordagem Humanística da Administração. a qual defendia a ideia de que se deveria humanizar as organizações. 


Começaram a ter notoriedade aspectos como motivação humana, liderança, relações interpessoais, presença do fator psicológico. E assim, as empresas começaram a perceber a importância de se levar em conta os referidos fatores, sendo atribuído ao departamento de pessoal, a função de administrar esse novos desafios. 

Copiado: http://www.administradores.com.br/artigos

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Dia do Administrador - 09 de setembro



















O Dia do Administrador é comemorado em 09 de setembro no Brasil.

Esta data é dedicada a homenagear o administrador, profissional responsável por gerenciar uma organização, e que pode atuar em diferentes áreas.

O profissional de Administração pode trabalhar em empresas familiares, na área da administração hospitalar, gestão de pessoas, marketing, tecnologia da informação, consultoria, administração financeira, comércio internacional, professor de graduação, gestão estratégica, e etc.

Para exercer a profissão de administrador, o indivíduo deve concluir o curso de ensino superior em Administração de Empresas, numa instituição que seja reconhecida pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC).


Origem do Dia do Administrador

A escolha do 9 de setembro como o Dia Nacional do Administrador é uma homenagem a assinatura da Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965, responsável por regulamentar a profissão de Administrador no Brasil.

A data também foi instituída pela Resolução CFA nº 65/68, de 09/12/68.

Mensagem para o Dia do Administrador

  • A administração é a arte de aplicar as leis sem lesar os interesses. Parabéns pelo Dia do Administrador!
  • Ser competente é acertar um alvo que ninguém acertou, ser administrador é acertar um alvo que ninguém viu.
  • Os bons resultados de uma empresa passam pelo administrador! Parabéns pelo seu dia!
  • Administrar é olhar para o passado, narrar o presente e preparar alternativas melhores para o futuro. Com ela se converte sonho em realidade, talento em sucesso. Criamos capacidade e proporcionamos construção de riquezas, inovações e expressamos de várias maneiras o nosso amor pela profissão.
Copiado: https://www.calendarr.com



quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Palestra: " Valorização do Profissional de Administração " no UNICEUMA - São Luis Ma

Palestra " Valorização do Profissional de Administração " no Uniceuma - Turu. Representando o CRA-MA.

By: JORGENCA

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Logística Portuária – Desafios e Soluções

A questão da logística no Brasil é um dos grandes desafios. Sem infraestrutura eficiente para movimentação de mercadorias não existe a possibilidade de crescimento econômico sustentável. 
A logística portuária, por exemplo, tem sido uma grande barreira para realizar negócios em função da enorme burocracia que representa. 
Dados do Banco Mundial indicam que um container leva 13 dias para ser exportado no País. Para ter uma ideia, este mesmo ranking coloca Cingapura em primeiro lugar, onde o processo leva apenas um dia.
A realidade é que diversas informações sobre as cargas precisam ser discriminadas, compartilhadas e entregues aos diferentes órgãos e instituições envolvidos no processo – tais como Marinha, Polícia Federal, Anvisa, Receita Federal e agências portuárias. 
Antes de todas as partes estarem cientes dos dados, nada é liberado. A burocracia alfandegária se torna um entrave pois reflete diretamente no prazo de entrega das mercadorias.

E sabemos, quanto mais tempo uma carga fica parada no porto, mais custos e perda de competitividade para todos os envolvidos. A demanda por agilidade nestes procedimentos é evidente. 
O Governo Federal lançou um conjunto de medidas para tentar eliminar os gargalos de infraestrutura que devem resultar em investimentos de R$ 54 bilhões no setor portuário até 2017. No entanto, as empresas não podem ficar paradas. Paralelo a isso, elas precisam tomar algumas iniciativas para colaborar com a melhora do processo.
Para começar a solucionar os desafios, o desembaraço aduaneiro deve iniciar assim que o navio partir. Vale antecipar todos os procedimentos para a liberação da carga, assim, antes mesmo de o navio atracar, todos os arquivos com o reconhecimento da mercadoria já estarão com as instituições responsáveis. 
O EDI (Eletronic Data Interchange) é uma ótima alternativa.
Trocar documentos eletronicamente agiliza de forma considerável todo o processo de liberação de carga no porto. E, mais do que isso, ainda assegura que todos os órgãos envolvidos receberão a mesma informação. Isso porque processos manuais estão suscetíveis a falhas humanas. 
Automatizar todos os procedimentos possíveis elimina os gargalos e ainda evita essa discrepância de dados – muitas vezes, uma pequena divergência de informação pode atrasar o processo de liberação em dias. E isso não é interessante para nenhuma companhia.
Antecipar as informações necessárias para a liberação de mercadoria nos portos agiliza o momento da atracação. As empresas de logística marinha, por exemplo, já entenderam que terceirizar esses procedimentos pode ser a melhor saída. É uma forma de conseguir focar no core business e reduzir os gastos sem perder qualidade.  Já pensou nisso?
Copiado: Peterson Pais -  https://ecommercenews.com.br

terça-feira, 5 de setembro de 2017

BI - Business Intelligence. O Que É e Para Que Serve?

O grande volume de dados gerados a cada dia por milhares de pessoas e empresas demonstra o quanto a complexidade do mercado vem aumentando nos últimos anos, afetando a tomada de decisão no ambiente corporativo. É como se uma enxurrada de novas informações caísse sobre gerentes, diretores e CEOs a cada instante, tornando a gestão empresarial cada vez mais difícil.
Entretanto, da mesma forma com que a complexidade do mercado evolui, as tecnologias da informação também avançam, a fim de proporcionar metodologias e ferramentas para que a análise destes dados seja feita de maneira ágil e efetiva. Dentre as soluções de maior importância está o BI, ou Business Intelligence.

Business Intelligence. Do que estamos falando?

Se pararmos para pensar por um instante, chegaremos à conclusão de que nossa inteligência é formada por uma série de dados e informações que, quando processados pelo cérebro, se transformam em conhecimento aplicável, algo coerente e que tem significado.
O Business Intelligence não é diferente. É um conjunto de soluções, métodos, políticas e processos que estão voltados para a análise e entendimento da quantidade enorme de dados produzidos anualmente pelas pessoas, empresas, entidades, órgãos governamentais e sociedade como um todo.
É como se você tivesse um cérebro altamente poderoso processando uma quantidade gigantesca de informações para sua empresa, mas com uma vantagem: extraindo insights que nenhum cérebro humano seria capaz de extrair sem o auxílio da tecnologia.

Por que investir em BI

Quando processamos informação em nosso cérebro, criamos inteligência. Descobrimos padrões, identificamos tendências, revelamos comportamentos e aprendemos com isso. Uma empresa que investe em Business Intelligence está investindo em desenvolvimento de conhecimento, em aprendizagem organizacional que leve a melhores níveis de competitividade.

Com a análise de dados feita por um sistema de BI a empresa é capaz de avaliar seu próprio desempenho, desenvolver uma visão estratégica de longo alcance e com isso tomar melhores decisões para o negócio.
Imagine que você tenha a proposta de um novo investimento em parceria com outra empresa e que precise avaliar a viabilidade do projeto com agilidade, a fim de dar uma resposta ao potencial parceiro. São vários fatores que impactam nesta decisão: sua situação financeira, sua capacidade de investir, o momento atual da economia, a performance dos concorrentes, a aceitação do público, entre outros.
Todos estes fatores podem ser melhor compreendidos se você tiver uma ferramenta de Business Intelligence coletando, analisando e catalogando informações para que você tenha uma visão ampla de todos os cenários possíveis. Mais do que a ferramenta, você também precisará de profissionais que saibam ler e interpretar os dados dentro de determinados contextos, melhorando sua capacidade de decisão.
Os processos voltados para a inteligência de negócios também facilitarão o compartilhamento de informações com as pessoas envolvidas e agilizará o processo de tomada de decisão para o seu empreendimento.

A tecnologia a seu favor

Pensar em inteligência de negócios é pensar em agilidade de respostas a um ambiente extremamente volátil, que exige preparo para que sua empresa permaneça na liderança. Por isso, é indispensável que você crie o contexto para que o Business Intelligence integre verdadeiramente a cultura da sua empresa.
Esse preparo deve começar com um excelente sistema de gestão, que possibilite a integração de todas as informações gerenciais num único lugar, capaz de armazenar, processar e analisar as informações estratégicas da sua empresa. Depois, você pode integrar novas soluções para ampliar sua capacidade de análise, diversificar as fontes de dados e descobrir tudo aquilo que a sua empresa precisa para ter sucesso.
Copiado: http://www.stratec.com.br

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Psicopatas Corporativos: Um mal que nos cerca

Norman Bates, Hannibal Lecter: assassinos sanguinários, maníacos e perigosos. É isso que lhe vem à cabeça quando se fala em psicopatas? Pode esquecer. A maioria dos psicopatas não chegam a matar, mas não pense que com isso você está seguro, ele pode estar mais perto do que você imagina!
Os psicopatas estão onde você menos espera: no ambiente corporativo. Ele pode ser seu chefe, seu colega aparentemente carismático e esperto ou até mesmo você!
A verdade é que o clima de competitividade dentro de uma empresa é o local perfeito para se passar despercebido- e ai que mora o perigo- afinal de contas o que não falta em uma empresa são pessoas ambiciosas que não medem sacrifícios para se dar bem. Tudo isso associado ao charme natural do psicopata dificulta, e muito, sua identificação.
Por isso, leia com atenção as principais características de um psicopata e fique bem atenta para não se tornar a próxima vítima!
Primeiro alerta: Psicopatia tem cura?  Não. Psicopatia é um transtorno de personalidade e não uma doença como muitos pensam, logo não existe cura para um transtorno, o que se pode fazer é tentar corrigir comportamentos suspeitos com acompanhamento de um terapeuta e psiquiatra, se forem notados logo na infância.
Contudo um adulto psicopata dificilmente mudará seu comportamento. Na essência ele não tem empatia por outros indivíduos, nem o sentimento de culpa, por isso costumam quebrar regras, mentir descaradamente e prejudicar os colegas sem o menor remorso. Para um psicopata ações imorais fazem parte da rotina naturalmente e por isso não hesitam em manipular e usar todo o seu charme e carisma para alcançar seus objetivos.
Segundo alerta: Profissões que atraem mentes perigosas - A revista britânica divulgou uma lista com as profissões que mais atraem psicopatas e as que menos atraem.
Profissões com mais psicopatas
Profissões com menos psicopatas 
1.    CEO
1.    Cuidador
2.    Advogado
2.    Enfermeiro
3.    Profissional de Mídia (TV/Rádio)
3.    Terapeuta
4.    Vendedor
4.    Artesão
5.    Cirurgião
5.    Estilista
6.    Jornalista
6.    Voluntário
7.    Policial
7.    Professor
8.    Líder Religioso
8.    Artista
9.    Chef
9.    Médico
10.Funcionário Público
10.Cuidador

Agora imaginem esses quatro por cento se concentrando nessas profissões e principalmente no meio corporativo. Por isso a chance de você encontrar um psicopata é muito maior, inclusive especialistas afirmam que uma pessoa não se depara com um psicopata ao longo da vida e sim com cerca de quinze!O livro ‘’Mentes Perigosas- o psicopata mora ao lado”, de Ana Beatriz diz que a cada 25 pessoas uma é perversa, desprovida de culpa, e capaz de passar por cima de qualquer ser humano para satisfazer seus próprios interesses. Isso representa cerca de 4% da população mundial.
A maioria dos psicopatas são homens, por isso os cargos com maior incidência de psicopatia são os CEOS de empresas, representação máxima de poder e que são ocupados, na maior parte das vezes por homens.
Cargos que despertem adrenalina ou possuam status de poder são as profissões que mais atraem psicopatas por isso o profissional de rádio/TV está em 3º lugar na lista. Já as profissões que menos atraem psicopatas, segundo a pesquisa, seriam porque todas elas exigem cuidado com o próximo, ou seja, tudo o que o psicopata não tem são sentimentos de empatia e cuidado.
Terceiro alerta: O perfil do psicopata 
– Habilidosos, carismáticos, políticos e admirados. Se servem disso para se autopromover tomando para si os méritos de outros.
– São megalomaníacos querem ser reconhecidos como profissionais eficientes e merecedores de admiração, mesmo que tratem as pessoas de forma arrogante e depreciativa.
– Personalidade narcisista e traços destrutivos, tem sua autoestima estimulada e fortalecida pela situação gerada.
– Ausência de sentimento de culpa, de vergonha e de remorso; oportunistas; egocêntricos e manipuladores.
– Necessidade de criticar os outros com frequência, não estabelecer relação de afeto, o discurso totalitário e a capacidade de culpabilização de outros por suas fraquezas e dificuldades.
Quarto alerta: Quem costuma ser o alvo - Devido à complexidade do assunto é difícil criar padrões de vítimas dos psicopatas. Em geral qualquer pessoa pode se tornar alvo de um psicopata. Tudo depende do contexto. Se ele se sentir ameaçado por alguém não hesitará em prejudica-lo.
No entanto, em alguns estudos, tem pessoas que estão mais suscetíveis ao assédio como:
– Pessoas extremamente competentes
– Resistentes a padronização ou que possuam algum traço que as diferencie como deficiência ou crença religiosa.
– Mulheres, negros, homossexuais e pessoas que reajam ao autoritarismo ou representem uma ameaça ao seu superior também são alvos.
Essas características lembram alguém que você conhece ou conheceu? Provavelmente sim, mas se ainda precisa de um exemplo concreto de um psicopata corporativo, vamos recorrer ao cinema. Apesar de a maioria dos filmes sobre psicopatas conterem grandes erros de informação e exagero, existem sim filmes que mostram o psicopata corporativo.
Um exemplo é o filme ‘’O diabo veste Prada’’, pelo menos é isso o que o artigo da Universidade de Uberlândia concluiu. Um filme aparentemente engraçado e elegante que mostra os bastidores do mundo da moda na verdade caracteriza de forma clara o perfil do psicopata corporativo.
A personagem principal, Miranda, tem um ar de superioridade, olha para todos com desdém, critica com frequência e mostra desprezo e desinteresse pelas pessoas que a cercam, traços de uma personalidade perversa que caracteriza o psicopata corporativo.

A editora-chefe não admite ser reprovada e adora ser admirada por aquilo que faz, mostrando claramente seu perfil perverso e narcisístico. O assédio é uma forma que o agressor encontra de se sentir mais seguro, autoconfiante e poderoso.
Além disso, ela toma para si, méritos que são conquistados por outros e utiliza da energia de Andy, sua assistente e principal vítima, para conseguir o que precisa, manipulando as pessoas em benefício próprio, traços característicos de uma personalidade perversa e psicopata.
Cultura da aceitação - O artigo conclui falando sobre a cultura da aceitação do ambiente de trabalho. Assim como na redação da importante revista de moda do filme, onde ninguém ousava questionar Miranda e todos se submetiam aos seus abusos, na realidade as coisas não são diferentes.
Alguma vez você deve ter se sentido cansado, estressado e decepcionado em algum emprego. Muitas vezes o ambiente estressante cercado de insegurança leva as pessoas a se sentirem desiludidas com a organização, nutrindo ressentimentos por terem se dedicado tanto ao trabalho e ainda assim terem passado por situações traumáticas.
Esse sofrimento atinge a todos com exceção do psicopata, pois esse não sente culpa nem remorso pelo que causa aos outros. Assim enquanto você fica no eterno dilema, manter o emprego, mas se sentir infeliz a beira de um colapso, o psicopata se diverte com o sofrimento alheio e se aproveita disso para subir na carreira.
Por isso a melhor coisa ao se deparar com um psicopata é tentar ficar fora de seu caminho, no entanto se isso não é possível não o enfrente, ameace ou procure mudar seu comportamento. Isso só fará com que você vá para o topo da lista de vítimas. Fique sempre em alerta e não caia em suas armadilhas, para que você também não seja prejudicado.
Por Juliana Bittencourt - https://olharesdejornalistas.wordpress.com

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

O Que É Plano De Carreira?

Descubra o que é um plano de carreira e como traçar seu desenvolvimento profissional!

Você já parou para pensar como estará sua vida profissional daqui a 5, 10 ou 30 anos? Se sim, então você já deu seus primeiros passos para a criação de um plano de carreira. Se não, está na hora de começar a pensar!
Existem dois tipos de plano de carreira
  • aquele que você desenvolve para si mesmo e o que as empresas oferecem aos seus funcionários.
  • Enquanto o segundo está cada vez mais raro, o primeiro vem se tornando essencial para uma vida profissional de sucesso!

Descubra a seguir o que é e como criar seu plano de carreira e amplie ainda mais suas perspectivas profissionais.

Plano de carreira: como começar o seu em três passos

O plano de carreira nada mais é do que um conjunto de caminhos e metas bem definidos que servem como um guia de crescimento profissional.
Nos últimos anos, o plano de carreira vem deixando de ser apenas um benefício oferecido pela empresa e passou a ser um plano individual, no qual cada um traça seus próprios objetivos.
Faz mais sentido, afinal nem todo mundo segue a mesma trajetória profissional, passando pelas mesmas etapas. Por isso, hoje o plano de carreira pode ter propósitos diferentes, como:
  • Promoção de cargos
  • Aumento de salário
  • Aumento de responsabilidade
  • Transferência de empresa
  • Aquisição de novos conhecimentos e habilidades
  • Experiência no exterior
  • Melhoria de vida
Seja qual for o seu objetivo, fazer acontecer o seu plano de carreira não é difícil, mas vai exigir muita dedicação, capacidade de se comunicar e planejamento.
De acordo com Lucas Oggiam, gerente da Page Personnel – uma das maiores agências de recrutamento profissional do mundo – o ideal é estabelecer metas de curto, médio e longo prazo e trabalhar cada uma delas de trás para frente.
Entenda melhor a seguir:

  • Primeiro passo: estabeleça metas

Digamos que você acabou de entrar em uma boa empresa e tem interesse em crescer profissionalmente dentro dela. Seu desejo é um dia se tornar diretor daquela organização ou de qualquer outra do ramo – uma meta bastante ambiciosa.
Sabendo que a posição de direção é difícil de atingir e que provavelmente levará muitos anos até você ter experiência para um cargo desses, a saída é dar o primeiro passo traçando metas reais:
  • Qual cargo deseja ocupar daqui a cinco anos? Seja realista, trace metas palpáveis.
  • Qual salário deseja receber até lá?
  • Daqui a sete, oito anos, você acha que pode chegar a gerente? Que tipo de conhecimento será necessário adquirir durante esse tempo para assumir esse cargo?
  • Para chegar ao sonhado cargo de direção, quanto tempo mais será necessário: dez anos, vinte? Que outras habilidades você precisa dominar para isso?
Lembre-se de que uma meta é um plano estruturado, desenhado a partir de componentes reais do nosso dia a dia. Ter como meta ser diretor de uma empresa é bem diferente de sonhar com esse cargo. O sonho pode se perder no meio do caminho.

  • Segundo passo: cumpra as metas!

Segundo Lucas Oggiam, o ideal é cumprir as metas de trás para frente. Ou seja, depois de estabelecer um horizonte de curto, médio e longo prazo, faça de tudo para chegar lá.
Ele cita como exemplo a poupança: se você quiser juntar R$ 100 mil para dar entrada no seu apartamento no futuro, quanto por mês será preciso economizar para chegar a esse valor?
É a mesma coisa com o plano de carreira. Se você quer ser diretor, quais as etapas lógicas e os conhecimentos necessários?

  • Terceiro passo: faça acontecer!

Crescer na carreira não é algo que acontece sozinho. Se você quer fazer seu plano de carreira acontecer, terá que se mexer!
Comunicação e dinamismo serão essenciais nesse processo.
Uma dica do Lucas: converse com as pessoas que já estão nos cargos que você deseja ocupar um dia. Sente com o seu gerente, por exemplo, e tente entender qual foi a trajetória dele até aquela posição, quando ele começou na carreira, a evolução, o que fez para ascender na carreira, os processos por trás de tudo isso.
Demonstrar interesse pelo negócio da empresa também é muito importante. 
Se você for um profissional dedicado, as pessoas que podem promovê-lo estarão de olho no seu desempenho. Por isso:
  •  jamais desanime ou perca o pique! 
  • Ter energia é fundamental para cumprir cada uma das metas. 
  • Estude, desenvolva uma visão global do mercado onde atua, pesquise estratégias. 
Tudo isso irá contar a favor do seu plano de carreira.

Quem pode fazer um plano de carreira?

Qualquer profissional de qualquer área pode fazer um plano de carreira, independentemente de trabalhar como funcionário ou autônomo, se é artista ou engenheiro.
O mercado está sempre em busca de profissionais capazes de resolver problemas. Quem quer ter um plano de carreira terá que trabalhar em equipe, ter ciência das suas responsabilidades, ser dinâmico e colaborativo. E o principal: conhecer bem sua área de trabalho, o negócio da empresa para quem você trabalha ou presta serviço, ter noção exata daquilo que faz a roda girar. Dessa forma, todos os olhos estarão em você, acredite!

Plano de carreira de empresas

Muitas empresas ofereciam um plano de carreira estruturado aos seus funcionários como uma espécie de benefício para seu crescimento profissional.
Acontece que o cenário de trabalho mudou bastante na última década e esse tipo de plano de carreira está caindo em desuso. Primeiro, porque é raro alguém ficar por 20, 30 anos no mesmo local. Depois, porque as pessoas seguem caminhos diferentes para chegar a um mesmo objetivo – ou mesmo podem mudar de direção no meio da jornada.
O ideal é pensar no plano de carreira como um mapa de desenvolvimento e encontrar o tipo de empresa ideal que permita esse desenvolvimento.

Outras dicas legais

Seu plano de carreira deve ser posto em ação já no momento da entrevista de emprego. É importante discutir todas as suas expectativas com a empresa antes da contratação. Para isso, será necessário:

  • Conhecer bem a área de atuação da empresa, os negócios, os balanços anuais, o momento do mercado, etc.
  • Pesquisar o organograma da área onde você vai trabalhar, conhecer quem estará trabalhando com você.
  • Deixar claro que seu objetivo vai muito além do dinheiro: você quer crescer e está disposto a dedicar-se a isso.
  • Manter a energia e o brilho nos olhos. Todo gestor quer uma pessoa disposta a trabalhar. Muitas empresas deixam de contratar bons profissionais, capazes, com potencial, porque eles não conseguem demonstrar interesse na hora da entrevista.

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