quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Os 8 Fundamentos do novo Modelo de Excelência da Gestão (MEG)

No dia 18/10/2016 entrou em vigor a 21ª edição do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), principal publicação da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), um dos principais centros de referência para melhoria da produtividade das organizações e da competitividade no Brasil.
As duas principais mudanças propostas pela 21ª edição consistem: (1) apresentação do novo Diagrama do MEG, baseado no Tangram, quebra cabeça de sete peças de origem chinesa e em seus oito Fundamentos da Gestão para Excelência, que substituem os antigos Critérios de Excelência. (2) inovação na metodologia para avaliação e autoavaliação do nível de maturidade de gestão das organizações.

Na figura abaixo é possível observar a evolução do diagrama do MEG da 20ª para 21ª edição.



 A FNQ considera o MEG como um modelo de referência em gestão organizacional, que tem como principal característica a de ser um modelo integrador. A evolução do diagrama do MEG de uma mandala (20ª edição) para o tangram (21ª edição) e a substituição dos Critérios de Excelência pelos Fundamentos da Gestão para Excelência reforça esta ideia, visto que a FNQ considera que os Fundamentos não são aspectos isolados, pois, possuem inter-relações que caracterizam o MEG como um modelo verdadeiramente holístico.

Segundo a FNQ ao utilizar como referência os oito Fundamentos da Gestão para Excelência apresentados abaixo, a organização pode realizar uma autoavaliação e obter um diagnóstico da maturidade da gestão.

1. Pensamento sistêmico
Compreensão e tratamento das relações de interdependência e seus efeitos entre os diversos componentes que formam a organização, bem como entre estes e o ambiente com o qual interagem.
 2. Aprendizado organizacional e inovação
Busca e alcance de novos patamares de competência para a organização e sua força de trabalho, por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de conhecimentos, promovendo um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias capazes de gerar ganhos sustentáveis para as partes interessadas.

 3. Liderança transformadora
Atuação dos líderes de forma ética, inspiradora, exemplar e comprometida com a excelência, compreendendo os cenários e tendências prováveis do ambiente e dos possíveis efeitos sobre a organização e suas partes interessadas, no curto e longo prazos - mobilizando as pessoas em torno de valores, princípios e objetivos da organização; explorando as potencialidades das culturas presentes; preparando líderes e pessoas; e interagindo com as partes interessadas.
 4. Compromisso com as partes interessadas
Estabelecimento de pactos com as partes interessadas e suas inter-relações com as estratégias e processos, em uma perspectiva de curto e longo prazos.
 5. Adaptabilidade
Flexibilidade e capacidade de mudança em tempo hábil, frente a novas demandas das partes interessadas e alterações no contexto.
 6. Desenvolvimento sustentável
Compromisso da organização em responder pelos impactos de suas decisões e atividades, na sociedade e no meio ambiente, e de contribuir para a melhoria das condições de vida, tanto atuais quanto para as gerações futuras, por meio de um comportamento ético e transparente.

 7. Orientação por processos
Reconhecimento de que a organização é um conjunto de processos, que precisam ser entendidos de ponta a ponta e considerados na definição das estruturas: organizacional, de trabalho e de gestão. Os processos devem ser gerenciados visando à busca da eficiência e da eficácia nas atividades, de forma a agregar valor para a organização e as partes interessadas.
 8. Geração de valor
Alcance de resultados econômicos, sociais e ambientais, bem como de resultados dos processos que os potencializam, em níveis de excelência e que atendam às necessidades e expectativas as partes interessadas.
Copiado: http://www.arcanjoconsultores.com.br/

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