QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Comunicação Não Violenta (CNV) - O Poder da Empatia!

Começo este artigo com uma reflexão de um dos professores de Marshall Rosenberg, Carl Rogers. Ele descreveu o impacto da empatia em quem a recebe:



"Quando […] alguém realmente o escuta sem julgá-lo, sem tentar assumir a responsabilidade por você, sem tentar moldá-lo, é muito bom. […] Quando sinto que fui ouvido e escutado, consigo perceber meu mundo de uma maneira nova e ir em frente. É espantoso como problemas que parecem insolúveis se tornam solúveis quando alguém escuta. Como confusões que parecem irremediáveis viram riachos relativamente claros correndo, quando se é escutado.”



Eu já tive várias experiências de buscar a empatia em vão e acredito que você também as tenha tido. Por exemplo, quando você brigou com seu marido e precisa descarregar a tensão e acredita que pode falar para sua melhor amiga e que ela vai escutá-la. Você não quer conselhos ou sugestões; não quer soluções. Quer apenas ser ouvida e escutada.
Você teve um dia pesado no trabalho e precisa de alguém para escutá-lo e o que encontra é alguém com soluções a dar: “Peça demissão… eu já falei que esse cara não sabe ser gestor. Você não precisa disso”. E por aí vai.
Podemos perceber que é mais difícil ter empatia por alguém que pareça ter mais poder, status ou recursos, como o líder, por exemplo, porque acreditamos que ele tem obrigação de entender. Será que se tivéssemos mais empatia por essas pessoas as relações poderiam ser melhores?

Expressar-se em CNV (Comunicação Não Violenta) é desafiador, porque nos convida a revelar nossos pensamentos e necessidades mais profundos. Com isso nos tornamos vulneráveis, e ser vulnerável está fora de cogitação – afinal, o que vão pensar de mim? Porém quando me permito ser vulnerável e ter empatia pelo outro, percebo que compartilhamos nossas qualidades e que ambos somos humanos, porque me conecto não só com meus sentimentos e necessidades, mas também com os sentimentos e necessidades do outro; dessa forma, posso baixar a guarda e entrar em sintonia com o outro.
Vou dar um exemplo: você está magoado com alguém ou com algum grupo e expõe seus sentimentos. 
O que pode acontecer? As pessoas podem rir de você e dizer que você se sente um coitadinho, porque foi magoado. Você pode interpretar que eles estão se aproveitando de você porque está vulnerável ou pode ter empatia pelos sentimentos e necessidades deles que estão por trás dos comportamentos expressos. Na primeira opção você se sentirá ferido, amedrontado ou irritado e aí não sentirá empatia, porque primeiro é preciso buscar a autoempatia, ou seja, que necessidades foram despertadas em você, para que você possa se fortalecer e ter empatia pelo outro, mesmo que para isso você precise sair fisicamente de onde está.
Em situações como esta você só poderá sentir empatia quando puder ir além dos pensamentos que rodeiam sua cabeça de forma a reconhecer suas necessidades mais profundas.
Quase sempre relutamos em expressar nossa vulnerabilidade para manter a máscara de “durona ou durão”, porque achamos que de outro modo podemos perder nossa autoridade e/ou controle. Fazemos isso com filhos, amigos, pares, pais etc.
Você pode expressar empatia em várias situações.
Quando você está em perigo e deseja se afastar, é preciso tomar cuidado com algumas palavras. Você já esteve em uma situação na qual sua mãe está aborrecida com você e quando ela acaba de falar, você vem com um “…mas mãe…” e a vontade dela é pular no seu pescoço? Então, como seria se você, ao invés de dizer “mas mãe”, percebesse o que a está incomodando e colocasse isso para ela?
Quando ouvimos um não e não levarmos para o pessoal, trazemos à consciência os sentimentos e necessidades que estão por trás desse não.
Quando estamos em uma conversa sem sal ou quando a pessoa repete a mesma história, a cada palavra vamos ficando mais irritados e acabamos por devanear ou sermos grosseiros e impacientes. Então antes que isso aconteça, pare e perceba o momento de interromper. Quais são os sentimentos e necessidades de quem fala? Traga isso para a conversa, pois muitas vezes as pessoas não percebem que necessitam de empatia. Ninguém gosta de falar para alguém que não escuta.
É no silêncio que escuto o que o outro diz, prestando atenção ao que está por trás das palavras. O problema é que na maioria das vezes as pessoas sentem medo por não haver resposta e acabam se esquecendo de se conectar aos sentimentos e necessidades expressos pelo silêncio.
A empatia tem o poder de nos permitir ser vulneráveis, desarmar situações de violência, ouvir um não sem interpretá-lo como rejeição, reavivar uma conversa morna e até escutar o que está por trás do silêncio.
A empatia pode promover profundas mudanças sociais, assim como transformar vidas para gerar relacionamentos intra e interpessoais com mais sintonia e conexão.
Por: Wania Moraes Troyano - http://www.cloudcoaching.com.br

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

5 provas de que Anitta não é só um rostinho bonito

Quando estourou, Anitta tinha toda pinta de que seria mais um hit passageiro. Fazia um popzinho comum, com uma estética que não diferia em nada de muitos outros artistas que surgiram e sumiram rapidamente. 
Mas os anos se passaram e ela não só continua aí, firme e forte, como está conseguindo estabelecer uma carreira internacional consistente. 
A gente bem que poderia dizer que essa entrada dela no mercado estrangeiro – principalmente o americano - não é nada demais, afinal muitos outros brasileiros também fizeram suas incursões, conseguiram seus 15 minutos de international glory e depois foram esquecidos, como Alexandre Pires, Claudia Leitte e Ivete Sangalo, que nunca conseguiram reproduzir lá fora o sucesso daqui. Mas podemos acabar mordendo a língua.

Propósito

Em 2013 a jornalista Agatha Justino publicou aqui mesmo no Administradores um texto com o seguinte título: 'Como a técnica em Administração Larissa Macedo se tornou Anitta'.  e reproduzido neste Blog :
(https://jorgenca.blogspot.com.br/2017/12/como-tecnica-em-administracao-larissa.html )

No artigo, Agatha relembra que Anitta rejeitou, aos 16 anos, um estágio na Vale para se dedicar à música. 
Olhando hoje, é fácil dizer que foi uma decisão acertada. Mas coloque-se no lugar de uma menina pobre, estudante de curso técnico, que conseguiu trabalho numa das maiores empresas do mundo. Trocar isso por uma aventura incerta só faz sentido para quem tem um propósito muito claro na vida. E isso é o que faz a diferença na carreira de Anitta até hoje.

Administração

O diploma do curso técnico em Administração parece servir – e muito – ao cotidiano da cantora como empresária de si mesma. Embora conte com agentes, empresários e tudo mais, ela é a dona da própria carreira e sempre deixou claro que é quem decide tudo. E, pelos resultados, decide com inteligência. E sabe ouvir e aproveitar as orientações dos especialistas em cada área em que seu trabalho se situa da melhor maneira possível. 
Foi assim, por exemplo, com seu reposicionamento de marca, quando assumiu um perfil mais sóbrio e conseguiu conquistar o público AB. Isso foi crucial para a consolidação de sua carreira nacionalmente. Ela, literalmente, dominou o país.

Pé no chão

Em uma entrevista recente, Anitta disse que de vez em quando precisa puxar a orelha de sua equipe e lembrar que, lá fora, ela não é ninguém e que o trabalho tem que partir do zero. 
Essa visão é um dos pilares fundamentais para a construção de uma carreira internacional sólida. Quem chega com ar de estrela acaba não conseguindo enxergar a real situação e fracassa.

Visão

Em outra entrevista recente, a cantora explicou que a expansão internacional é algo demanda investimento alto e, ao mesmo tempo, é uma aposta arriscada, porque não há muitas garantias de que vai dar certo. Mesmo assim, ela considerou um investimento válido. E faz sentido. 
Com os anos de sucesso no Brasil, ela construiu, certamente, uma reserva financeira suficiente para queimar numa aposta como essa. Se der certo, os frutos serão colhidos. Se não der, não a levará à falência.
Competência
A cada dia que passa, Anitta deixa menos argumentos a seus detratores. Ela contratou assessores de imagem que repaginaram toda sua presença pública, da fala às roupas. 
Aperfeiçoou a técnica vocal. E fala inglês e espanhol com fluência e uma pronúncia quase perfeita para uma estrangeira.
Não subestimem a Técnica de Administração Anitta.
Por: Ramón Hernandez Santillana - http://www.administradores.com.br

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Competências Organizacionais

A competência faz a pessoa e ela faz a organização.
Conceituação: Várias são as interpretações do conceito:
• “Uma característica subjacente relacionada com um desempenho superior na realização de uma tarefa”. (McClelland, 1973), algo inerente ao indivíduo, diferente de aptidão, habilidade ou conhecimento, mas pela combinação dos mesmos.
• Um estoque pessoal de recursos.
• Conjunto de saberes – fazer, agir, ser – necessários ao longo do tempo para o exercício de uma profissão.
• Capacidade de uma pessoa para desenvolver atividades de gestão, de maneira autônoma, planejando-as, implementando-as e avaliando-as.
• Capacidade para usar habilidades, conhecimentos, atitudes e experiências adquiridas para desempenhar bem os papéis sociais.
• Capacidade para usar habilidades, conhecimentos e atitudes em tarefas ou combinação de tarefas operacionais.
Segundo as normas ISO temos duas definições:
• capacidade demonstrada para aplicar conhecimentos e habilidades. (ISO 9000:2000)
• aplicação do conhecimento, habilidades e comportamento no desempenho. (ISO 10015)

No poder público significa:  ‘jurisdição, competência, limite de autoridade dos chefes de repartição pública na administração cotidiana e na resolução de problemas excepcionais’. (Houaiss).
Para a psicologia: ‘capacidade objetiva de um indivíduo para resolver problemas, realizar atos definidos e circunscritos’. (Houaiss)
No sentido jurídico: ‘aptidão ou poder de uma autoridade pública ou indivíduo de efetuar determinados atos em razão do seu cargo ou função, de praticar atos próprios’. (Houaiss)
Etmologia: lat. competentia,ae : 'proporção, simetria’; (Houaiss)

Elegeremos, para a Administração, competência como um conjunto de saberes, um estoque pessoal de recursos, cujos conceitos desenvolveremos ao longo do presente artigo.


Competências individuais:
No cotidiano, cometem-se agressões ao sentido léxico de algumas palavras, ferindo seus conceitos, senão vejamos:

O termo “habilidade” é habitualmente confundido com “competência”, porém seu strictu senso diz respeito à ‘qualidade ou característica de quem é hábil’ e ‘hábil é a qualidade de quem é dotado de habilidade e rapidez; destro, ligeiro, ágil’ (Houaiss). 
A habilidade, por si só, num torna alguém competente.
Habilidades são atributos relacionados a dimensões variadas: cognitivas, motoras e atitudinais, que são básicos para a geração de competências e são categorizadas em:
• Básicas (ler, escrever, calcular, ouvir, falar)
• Cognitivas (criar, decidir, resolver problema)
• Atitudinais (responsabilidade, integridade)
• Sociais (sociabilidade, trabalhar em grupo)
• Motoras (destrezas manuais)

Outro termo confundido com “competência” é “capacidade”. Segundo Houaiss – ‘poder de produção, de execução; rendimento máximo, faculdade ou potencial’ ou predisposição, potencialidade. 
Aqui, faço uma analogia com uma ave – o pato – que tem várias capacidades (potencialidades): anda, nada e voa; mas não faz nada bem!
A conceituação do termo – competência – dada pela ISO 10015, parece-nos o mais apropriado na ciência da Administração: “aplicação do conhecimento, habilidades e comportamento no desempenho”.
A competência de um indivíduo é composta de cinco elementos mutuamente dependentes segundo Sveiby (1998):
 Conhecimento explícito: O conhecimento explícito envolve conhecimento dos fatos e é adquirido principalmente pela informação, quase sempre pela educação formal.
 Habilidade: Esta arte de “saber fazer” envolve uma proficiência prática física e mental – e é adquirida sobretudo, por treinamento e prática. Inclui o conhecimento de regras de procedimento e habilidades de comunicação.
 Experiência: A experiência é adquirida principalmente pela reflexão sobre erros e sucessos passados.
 Julgamento de valor: Os julgamentos de valor são percepções do que o indivíduo acredita estar certo. Eles agem como filtros conscientes e inconscientes para o processo de saber de cada indivíduo.
 Rede social: A rede social é formada pelas relações do indivíduo com outros seres humanos dentro de um ambiente e uma cultura transmitidos pela tradição.

Conjunto de saberes
Os saberes desenvolvidos pelo indivíduo dentro de um ambiente propício, tanto externa como internamente à empresa, induzem-no ao desempenho competente e promovem saltos qualitativos e quantitativos para a organização; esquematizados conforme quadro abaixo:
Conhecimento: (pensar)
• saber onde: nível de posicionamento
• saber o quê: nível de aprofundamento
• saber porque: nível de investigação
• saber quando : nível de informação
Habilidades: (fazer)
• saber como: know how (expertise)
• saber quanto: ponderação
• saber agir: técnica (governança)
Atitudes: (ser)
• saber ser: identidade
• saber querer: desejo
• saber participar: motivação

• A HABILIDADE capacita fazer mais com menos: ser eficiente (produtividade, desempenho.. ).
• A ATITUDE possibilita fazer a coisa certa: ser eficaz (qualidade, conformidade..).
• O CONHECIMENTO induz fazer o que tem que ser feito: ser efetivo (sustentabilidade, tranformação..).

O aperfeiçoamento das habilidades, a maximização do conhecimento e a racionalização das atitudes promovem a “excelência”.
Competências organizacionaisAs competências de uma organização formam o conjunto de tecnologias, métodos, inovações e comportamentos organizacionais que representam a soma de aprendizados tanto em nível humano quanto estrutural e são constituídas por:
• vanguarda: fontes de vantagem competitiva futura da empresa: uso integrado da TI, Inteligência competitiva, P & D, Inovações...
• crítica: responsável pela atual vantagem competitiva: processos, portfólio, distribuição, corpo gerencial, empowerment, responsabilidade social...
• central: capacidades comuns à maioria das empresas de um determinado setor.
• complementar: serviços de apoio (empresa fazendo negócio consigo própria): restaurante, serviço médico, treinamento...

Desenvolvidas através de gestões eficazes e aplicadas no ambiente organizacional geram vantagens competitivas para a empresa diferenciando-a da concorrência, colocando-a em posição de destaque no ambiente empresarial.
Desenvolvimento de Competências na organização
Ocorre, principalmente, por meio de programas de aprendizagem que promovem processos de mudança (resistência ao novo) pela:
quebra de paradigmas fomentando a flexibilidade
• mudança de valores impeditivos (barreira)
• substituição de modelos mentais
• infusão da visão sistêmica (holística)
• ações da alta-administração com vistas à internalização de metodologias, tecnologias, ações de melhorias...
• ações de mercado com movimentos de desregulamentação, globalização...
donde se conclui que, as competência individuais e corporativas são grandes vetores motrizes de desenvolvimento organizacional.


Por: Wagner Herrera - 
http://www.portaldomarketing.com.br

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

FALÊNCIA MOTIVACIONAL


Divido com vocês um texto que desconheço a autoria, contudo nos remete a uma importante reflexão:

FALÊNCIA MOTIVACIONAL

O presidente mundial da Renault, o brasileiro Carlos Ghosn, o homem que tirou a Nissan da falência e é considerado o Henry Ford do século 21 diz o seguinte:



‘”A única coisa que faz a diferença é a motivação. Se você perder a motivação, aos poucos você perde tudo’”.


O próprio pensamento de Henry Ford nos traz à tona a importância do caminho que escolhemos com foco em motivação e atitude quando disse:


“Se você pensa que pode ou pensa que não pode, de qualquer

forma você estará certo”.


Uma empresa nunca quebra hoje. Quebra cinco anos antes.


Não é falência financeira, é falência motivacional.
Vivemos num mundo onde o futuro não é uma repetição do passado. Lamentavelmente, algumas pessoas ainda continuam com a cabeça no século 19 e o corpo no século 21.


As certezas de hoje se tornarão os absurdos de amanhã.
Os motivados enxergam oportunidades nas dificuldades… Os desmotivados enxergam dificuldades nas oportunidades!


Os positivos fazem… Os negativos reclamam.


Motivação não é cesta básica, não é festa de final de ano…


Motivação é coisa séria, é ciência.

E quanto mais competitividade, quanto mais feroz uma economia, mais ousadas serão as ações de marketing e mais importância ganha a motivação humana.

Desde que o mundo é mundo passamos por duas situações, ou seja: o bem e o mal.



A escolha entre ser otimista ou pessimista é de cada ser humano e construirá toda uma estrada em que ele irá trilhar.

82% das maiores empresas do mundo vieram do ‘”absolutamente nada’”, vieram da garra de seus fundadores, do compromisso dessas equipes de trabalho que acreditaram no seu talento, no seu modelo de ação e construíram a sua grande diferença em relação aos outros no mercado.


Apenas 18% foram heranças de uma geração para outra.

Lembro-me da história do burro que movimenta o carro enquanto seu dono fica balançando uma cenoura à frente do seu nariz.


O dono do burro pode estar indo aonde deseja ir, mas o burro está correndo atrás de uma ilusão. Amanhã só haverá outra cenoura para o burro.

O que faz a diferença entre ricos e pobres no mundo é a maneira de se pensar e o plano de ação após idéias que podem ser maravilhosas desde que colocadas em prática… Caso contrário elas irão se juntar no cemitério de milhões de idéias que “iriam” revolucionar o mundo.


Iriam, porque não saíram do papel ou sequer do pensamento.


A questão é: 

  • O que você está fazendo com suas idéias? 
  • O que faz com os seus pensamentos? 
  • Como anda o planejamento de sua vida e de seu trabalho?

Você que administra, é sócio ou como alguns gostam, dono do seu escritório de advocacia, como vê a motivação?
Você treina sua equipe?


Vocẽ investe em atividades que possam fazer a diferença, como ginástica laboral, quick massage, ergonomia ou ainda máquinas adequadas as funções, licenciadas, entre outras possibilidades?


Não???


Ah! O problema é investimento… Entendo…


Vamos tocar neste assunto com verdade: Sem cortar a própria carne não há como resolver nada nesta vida. Os positivos fazem, lembra?
Em bom português: É melhor um pró-labore menor durante alguns meses do que falta de investimento que pode proporcionar queda de faturamento real e um pró-labore muito menor sempre!


Faça acontecer a mudança no seu escritório.

Como consultor de bancas jurídicas vejo todos os dias escritórios criando espaços no mercado, inovando em atendimento ao seu público alvo e público interno, investindo em alianças estratégicas, ou seja, crescendo.


A crise passou, vamos olhar para frente, investir no presente e colher no futuro.

Não venha me dizer que sou otimista. Sou realista. Não estou divagando futuro do mercado. Estou dizendo o que está acontecendo hoje nos meus clientes…


Reflita sobre estes temas e seja o verbo transformador das atitudes no seu escritório.

Então parafraseio: Não afunde seu escritório, consulte um consultor!


Por: Gustavo Rocha - http://www.administradores.com.br

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

“Mentir para si mesmo é sempre a pior mentira”

“Mentir para si mesmo é sempre a pior mentira” Legião Urbana
Por mais que doa, é preciso assumir as próprias fraquezas, a falência dos sonhos, a tristeza, a decepção e o incômodo que intranquiliza os nossos dias, conscientizando-nos de que depende tão somente de nós mesmos a mudança de postura que será capaz de nos tirar de onde nos sentimos tão desconfortáveis.
Todos mentimos, por variadas razões, às vezes mais, outras vezes menos. Mentimos no trabalho, no bar, na entrevista de emprego, para os amigos, para os filhos, para os pais, para quem quer que seja. E assim vamos enganando a todos, menos a nós mesmos, porque a nossa verdade estará sempre aqui dentro de nós, lembrando-nos de que aquilo que estamos vivendo é consequência direta do que estamos ou não fazendo de nossas vidas.
Às vezes, mentimos aos colegas de trabalho sobre nossas reais potencialidades, omitindo o quão desgostosos estamos com aquela rotina de serviços que não têm nada a ver com o que pretendíamos ser. Engolimos nossa frustração, desviamos nossos olhares, fugimos ao enfrentamento do que poderia – e deveria – ser mudado, por medo e insegurança, pois temos a mania de nos sentirmos bem mais incapazes do que na verdade somos.

Outras vezes, mentimos no círculo de amigos, mostrando-nos simpáticos com todos, como se gostássemos de cada um deles, assim como são. Fingimos não ouvir os comentários descabidos, não ligar para as gracinhas desagradáveis, atuamos dolorosamente para não dizer o quanto aquela pessoa é chata, pois não queremos que ninguém pare de gostar de nós, iludindo-nos com a ideia equivocada de que somos amados por todos.
Não raro, mentimos aos familiares, sorrindo sempre, o tempo todo, como se vivêssemos uma vida perfeita, como se nossos filhos não dessem problemas, como se a lua de mel fosse eterna, todas as noites, no quarto de casal. Não nos sentimos no direito de dividir as tristezas com quem cresceu no mesmo lar, não queremos incomodar, não queremos expor os fracassos com que somos devastados continuamente.
Muitas vezes, mentimos ao parceiro, fingindo que está tudo bem, que nada mudou desde que nos conhecemos, como se não tivéssemos sido expostos às fraquezas e ao pior de cada um, como se não tivéssemos nos ofendido com palavras ofensivamente cruéis, como se não vivêssemos culpando um ao outro pela grana curta, pelo filho rebelde, pelo tédio que se instala nas noites de sábado, pelo silêncio ensurdecedor que tira o nosso sono.
O pior de tudo é aquilo que não sai de nós, aquilo que se acumula na forma de ressentimento e impotência, tudo aquilo que não fizemos, não dissemos, não fomos ou deixamos de ser. Tentamos inutilmente nos iludir com as mentiras escapatórias que criamos, pois bem sabemos, no fundo, da nossa imensa parcela de responsabilidade sobre o curso que tomam nossas vidas.

Por mais que doa, por mais que resistamos, é preciso assumir as próprias fraquezas, a falência dos sonhos, a tristeza, a decepção e o incômodo que intranquiliza os nossos dias, conscientizando-nos de que depende tão somente de nós mesmos a mudança de rumo, de postura, de pensamento que será capaz de nos tirar de onde nos sentimos tão desconfortáveis.
Ou agimos contra tudo o que nos diminui, ou manteremos a mentira, a dor e a infelicidade de uma vida vazia e totalmente deslocada do que realmente queremos para nós. Porque viver sem sorrir é como morrer e continuar respirando, com sufoco, entre lágrimas, com um coração vazio, sem amor e sem amar de fato.
Por: Marcel Camargo - http://www.contioutra.com

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Ciclo PDCA da Administração Precisa Estar em Sua Empresa

Se você observa o título deste post e se pergunta o que é o Ciclo PDCA e por que ele precisa estar em sua empresa, aí vai a resposta: maior qualidade na realização das tarefas e consequentes ganhos nos resultados. 
Parece interessante? Vamos entender o porquê. 

PDCA: o que é? 

O Ciclo PDCA é uma ferramenta de gestão voltada à qualificação de processos de uma empresa, sendo aplicada a partir de ações cíclicas, como o próprio nome indica. Isso significa que os resultados dependem de uma sequência de etapas que se repetem em uma mesma ordem, não havendo um fim determinado.
O instrumento costuma ser utilizado dentro de uma estratégia de gestão de erros, tendo foco principalmente na causa e não apenas nas consequências de um problema, propondo um controle mais rigoroso e eficiente, além da padronização das tarefas, aumentando a confiabilidade e a segurança para a tomada de decisões no negócio.
A sigla PDCA indica a letra inicial em inglês de cada uma das etapas que compõem o ciclo:
  • PPlan - planejar
  • DDo - fazer
  • CCheck - checar
  • AAction - agir
São exemplos de possíveis aplicações do Ciclo PDCA na sua empresa:
  • Ajustar um produto à conformidade exigida pelo cliente
  • Promover um treinamento de vendas
  • Alcançar maior produtividade nas tarefas
  • Reduzir custos e despesas
  • Qualificar o atendimento ao cliente.
O que precisa ficar claro é que todas as áreas da sua empresa nas quais seja identificada alguma oportunidade de melhoria, o Ciclo PDCA se candidata como uma das principais metodologias a solucionar seus problemas. 

Como aplicar o Ciclo PDCA
A aplicação do Ciclo PDCA parte de um diagnóstico empresarial, através do qual o gestor poderá identificar quais processos carecem de ajustes para que se alcance um maior nível de qualidade.
Como citamos, pode se tratar de melhorias em um produto, nas vendas, no atendimento ao cliente ou mesmo na produtividade, fazendo mais em menos tempo e com menos recursos. A necessidade identificada é que determinará onde a metodologia irá atuar.
Detectado o problema, vamos passar à execução da ferramenta. Para isso, vale observar o diagrama que marca o Ciclo PDCA e, logo abaixo, uma descrição sobre cada uma das suas etapas.

1. Planejar

Você tem um problema e uma meta: solucioná-lo. Como isso será feito é o que a etapa de planejamento irá detalhar. Não por acaso, é a fase mais complexa e que exige maiores esforços do gestor, pois dela dependem as demais ações do PDCA.
Para cumprir essa etapa, pense em um plano de ação, delimitando tudo o que será feito e estabeleça prazos para ir avançando. É válido definir indicadores de desempenho como base para o cumprimento das metas e também recorrer a outras ferramentas e técnicas de administração, se assim couber. 
2. Fazer
Não há segredos: agora, você precisa colocar em prática o que planejou na etapa anterior. Se cumpriu à risca o passo 1, deve ter em mãos um instrumento sólido, que previu em detalhes a fase da execução.
Embora a sua empresa seja pequena, é provável que você não faça nada sozinho, certo? O mesmo se aplica agora, então, a orientação e o treinamento de todos os envolvidos é fundamental para o sucesso da estratégia. Garanta com que os colaboradores tenham entendido as metas e o caminho para realizá-las.
Ainda nessa etapa, é preciso acompanhar a execução e reunir informações que serão úteis para a análise no passo seguinte, a qual pode manter ou ajustar o que foi planejado. 
3. Checar
A terceira fase do Ciclo PDCA não precisa aguardar o encerramento da segunda para ser iniciada. Ao contrário, é importante que comece tão logo os primeiros resultados do plano de ação apareçam. O segredo aqui é comparar o desempenho entre o que foi previsto e o que foi realizado.
A etapa de checagem pode indicar que a estratégia transcorre como o planejado (o que demanda continuidade), que os resultados estão demorando mais que o esperado (o que requer ajustes pontuais) ou, no pior dos cenários, que as ações propostas estão se mostrando equivocadas (o que exige retornar ao passo 1). 
4. Agir
A fase 4 da metodologia é destinada ao aperfeiçoamento do seu plano. Enquanto a análise ofereceu um diagnóstico sobre a sua estratégia, agora é o momento de fazer os ajustes necessários, que podem ser preventivos (visando evitar algum erro que comprometa a execução) ou corretivos (para reparar equívocos que já afetam os resultados).
É possível também chegar a essa etapa com as metas atingidas e um plano que se mostrou perfeito, mas é pouco provável que isso aconteça. É por isso que o PDCA é cíclico, já que busca promover um constante aprimoramento.
Conforme retorna ao planejamento e qualifica a sua execução, mais conhecimento o gestor adquire e menos erros ele identifica na análise, aproximando-se das metas propostas. 
5 dicas para acertar no PDCA
  1. Garante que a roda gire: não faça sem planejar, não analise sem fazer, não altere sem analisar, não desista no primeiro giro.
  2. Se há muitos problemas, organize a abordagempriorize as tarefas conforme urgência e gravidade.
  3. Veja se há elementos para juntar ao plano: não é por que problemas estão sendo resolvidos que novos não irão surgir.
  4. Seja um líder e gestor melhor: diversos autores acreditam que o método pode melhorar também competências individuais.
  5. prática pode levar à perfeição: inclua o Ciclo PDCA na rotina da empresa. 
Leve mais qualidade à sua empresa

O Ciclo PDCA funciona como um programa de qualidade, podendo ser adaptado a praticamente todos os processos internos e externos, padronizando ações e reduzindo erros que poderiam resultar em prejuízos, direta ou indiretamente.
Agora, ao final do artigo, acreditamos que fica mais fácil encontrar uma resposta à nossa pergunta inicial. A sua empresa precisa da metodologia porque ela resultará em melhores produtos e serviços, gerará economia de tempo e de recursos e tende a culminar na satisfação do cliente.
Copiado: https://blog.contaazul.com