QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Logística 4.0 e a importância da tecnologia na integração de processos

Existe um consenso entre aqueles que atuam na indústria que um novo processo no desenvolvimento industrial está em pleno andamento. Ou, como alguns classificam, uma nova Revolução Industrial está em andamento, fomentada pelo avanço do conceito de Internet das Coisas (Internet of Things, ou IoT, na definição em inglês).
Para começar, não se pode falar de Logística 4.0 sem se falar do termo Industry 4.0, adotado inicialmente na Alemanha e que aborda a formação de “redes inteligentes” incorporadas às cadeias de suprimentos e ambientes de manufatura, ou seja, sistemas com capacidade de autodiagnostico, autoconfiguração e auto otimização.
Todo esse conceito pode ser entrelaçado com o desenvolvimento de aplicativos para a IoT, em um sinal de que a complexidade das redes que ligam fornecedores, manufatura e os clientes está avançando de forma considerável. Porém, acredita-se que tal conceito será ampliado para os limites da cadeia de suprimentos, instituindo assim uma Integração Total.
Em uma análise aplicada à logística, o conceito de logística 4.0 representa a interconexão de processos e a junção do movimento que acontece fisicamente ao seu registro digital, ultrapassando limitações de sistemas e em tempo real.

Até mesmo o uso de drones (veículos aéreos não tripulados ou remotamente pilotados) para a entrega é estudado pelas empresas – a Amazon já anunciou um serviço chamado Amazon Prime Air, em que pretende entregar os pedidos dos clientes (pacotes de até cinco quilos) via drones em até 30 minutos. Segundo a companhia, ainda existem alguns desafios para que isso aconteça, como a adequação do serviço aos padrões da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês).
O principal objetivo da logística 4.0 é aliar diferentes sistemas, que falam diferentes linguagens, mas que ainda não se tornaram padrão no mercado.  A adoção de tecnologia, e o desenvolvimento de profissionais com visão analítica, potencializam os resultados apurados com conceitos de Big Data e Cloud Computing, e quem dominar isso antes vai sair na frente na disputa de mercado e adoção de melhores práticas.
Isso pode ser visto de forma prática no sistema de navegação dentro do armazém, por exemplo. O equipamento – uma empilhadeira, por exemplo – pode se aproximar do seu alvo de forma semi-automática. No conceito de Intralogística 4.0 adotado pela Jungheinrich, é possível utilizar um software desenvolvido especificamente para unir essa tecnologia a qualquer tipo de Sistema de Gestão de Armazém (WMS, na sigla em inglês), permitindo que essa tecnologia seja usada pelo operador.

A utilização de armazéns e centros de distribuição mais inteligentes pode trazer benefícios a quaisquer segmentos. Entretanto, aquele que decidir pela adoção do sistema precisa ter algum nível de tecnologia da informação dentro do seu sistema de administração. Não existe espaço para processos digitais sem que exista, ao menos, um gerenciamento de armazém básico ou sistema de WiFi/LAN em funcionamento. Empresas como a Jungheinrich estão trabalhando com o uso da Interface Logística, e tem procurado padrões abertos onde seja possível adotá-los – como na implantação de uma interface de dados para a construção de um sistema básico de frota.
Copiado: http://www.tudosobrelogistica.com.br

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Ao Mestre Com Carinho

Nesta semana em que comemoramos o Dia do Professor é com imenso prazer que escrevo este artigo dedicado a eles. Os professores tiveram impacto importante na minha vida.
Durante o primário, hoje ensino fundamental, fui dedicada e excelente aluna. Estudei em escola pública, que na época eram boas, e fui bastante incentivada na matéria que sempre tive mais facilidade: português, com ênfase na leitura e redação. Já no ginásio e segundo grau, devido a problemas familiares, além de não ter sido boa aluna, fui bastante baderneira e, novamente, os professores foram fundamentais na minha vida. Eles, com compreensão muito além do que a sala de aula permite, me ajudaram muitíssimo a atravessar aquela fase, mantendo forte minha autoestima. Ao terminar o primário fiz o curso de admissão. Sim, naquela época era normal se fazer uma preparação para entrar no ginásio, onde tive a felicidade de ter uma professora com o nome bastante significativo de “Saudade”, que fez toda a diferença na minha vida. Gostaria de dedicar este artigo a todos os professores que passaram pela minha vida e que, de uma forma ou de outra, me ajudaram a ser quem sou hoje e, especialmente, aqueles que foram brilhantes comigo, como as professoras Saudade e Madre Martins.
O título deste artigo se refere ao filme de mesmo nome que fez grande sucesso em 1967. Estrelado pelo brilhante Sidney Poitier, a história é bem atual hoje quando vemos professores acuados nas salas de aulas e que, muitos deles, conseguem dar a volta por cima e fazer a diferença com adolescentes indisciplinados e desordeiros, e que estão determinados a destruir suas aulas.
Depois vieram muitos outros filmes enaltecendo, ao mesmo tempo em que mostravam as dificuldades que passam esses profissionais de valor imensurável: como Sociedade dos Poetas Mortos, Escritores da Liberdade e Entre os Muros da Escola.
Hoje, muito se discute a respeito do papel do professor. Aqui no Brasil, infelizmente, o professor não tem o reconhecimento que lhe é devido por parte do governo, pouco por parte dos pais e menos ainda pelos alunos. Temos sim algumas raras escolas e instituições, a maior parte particular, com excelente ensino e professores que fazem a diferença. No entanto, a quanto por cento da população essas escolas atingem?
Um professor bem preparado ensina muito mais do que as matérias curriculares, ele ensina os alunos a pensarem por meio de trocas de informações e interações. A escola, nesse contexto, tem papel fundamental tanto no ato de contratação quanto no incentivo e liberdade que dá aos seus professores para que possam cumprir o real papel da educação, que é formar pessoas com conhecimentos objetivos e subjetivos para lidar com a pluralidade que é o mundo.
Não há como pensar no professor sem pensar na escola e nos alunos. Mas para que esta interação funcione de forma positiva há necessidade de se criar um modelo atrativo de escola e, consequentemente, do ensinar. O professor e os alunos precisam se sentir estimulados, caso contrário, o que acontece com frequência, o professor torna-se um indivíduo frustrado e os alunos desmotivados, o que leva a falta de admiração e até respeito do estudante pelo mestre.
No entanto, sabemos que o professor tem função importantíssima e belíssima na vida de todos nós.  E não devemos esquecer que esta é umas das poucas profissões escolhidas de fato pela vontade de lecionar, pelo dom, e não pela possibilidade exclusiva de ganhos.
Sempre tive enorme respeito e carinho por essa classe.
Nosso contato com o professor inicia-se desde muito cedo, aos três, quatro anos de idade e, às vezes, muito antes, já estamos na creche ou escola. Esse primeiro contato pode ser extremamente motivador para a criança ou decepcionante. O bom professor percebe o aluno além do que ele demonstra em classe, criando vínculos e elos que podem ajudar o aluno a transpor dificuldades até familiares.

O papel do professor (o Mestre), com certeza, não se restringe a passar matérias, mas a estimular a curiosidade, desenvolver a criatividade e, sim, a cidadania.
Temos aqui no Brasil excelentes exemplos conhecidos de educadores e de muitos, muitos mesmo, desconhecidos que, com certeza, estão fazendo a diferença tanto em salas de aulas totalmente equipadas quanto numa sala de chão de terra.
Um dos maiores educadores brasileiros de todos os tempos foi Paulo Freire (1921-1997). Para ele, alfabetização servia como instrumento de libertação. Suas teorias foram utilizadas com êxito na alfabetização de jovens e adultos. Reconhecido no mundo todo, recebeu prêmios nas maiores e mais conceituadas universidades e seu nome virou premiação. Entre seus livros publicados cito Pedagogia do Oprimido, considerada a sua obra prima.
Outro grande educador foi Darcy Ribeiro (1922-1997). Iniciou sua carreira no Serviço de Proteção aos Índios.  Autor de obras de etnografia e defesa da causa indigenista, contribuiu com estudos para a UNESCO e a Organização Internacional do Trabalho. Organizou o primeiro curso de pós-graduação em antropologia, na Universidade do Brasil (Rio de Janeiro), onde também lecionou. Com Anísio Teixeira, também um grande educador, fundou a Universidade de Brasília. Entre suas obras, a de maior impacto são os estudos antropológicos da “Antropologia da Civilização”, em seis volumes. Foi um defensor em tempo integral da boa educação e formação.
E não podemos deixar de expressar nossos profundos agradecimentos àqueles professores que fizeram diferenças revolucionárias no mundo por meio de conceitos e fórmulas, como:
– O francês René Descarte, que criou a geometria analítica no século 17.  Responsável por representar os números naquele gráfico com eixos X e Y, batizado de cartesiano em sua homenagem. A geometria analítica revolucionou a matemática, tornando mais fácil “enxergar” relações entre números e compreender conceitos abstratos;
– O Grego Euclides, que fundamentou a geometria no século 3 a.C. Seu livro Elementos, com os fundamentos da geometria clássica, ainda é leitura obrigatória entre os matemáticos. Na obra de 23 séculos atrás estão compilados seus axiomas – verdades lógicas que valem até hoje. Um exemplo de axioma é “pode-se traçar uma única reta ligando quaisquer dois pontos”. A obra- prima de Euclides é o segundo livro mais traduzido da história, atrás apenas da Bíblia;
– O também grego Arquimedes, que aplicou a geometria na prática no século 3 a.C. O principal matemático da Antiguidade, é considerado pai da mecânica por estudar forças, alavancas e densidade de materiais. Foi o primeiro a notar a relação constante entre o diâmetro e o raio de qualquer circunferência: o número π (pi). Arquimedes também era inventor. Entre seus trabalhos estão o parafuso de Arquimedes, usado para tirar água de dentro de navios, e o aperfeiçoamento da catapulta.

– O inglês Isaac Newton, que criou o cálculo no século 17. Responsável por avanços científicos que mudaram a humanidade, como a lei da gravitação universal, Newton também era um matemático notável, considerado um dos inventores do cálculo – disciplina avançada da matemática, ensinada em cursos superiores específicos. Sem o cálculo seria impossível medir precisamente o volume de objetos curvos ou calcular a velocidade de objetos em aceleração.
Deixo aqui minha especial homenagem a educadora Marie Curie, a única mulher a ganhar dois prêmios Nobel. Realizou um trabalho totalmente diferenciado no ensino de ciências. Foi também a primeira mulher a participar do corpo docente da Sorbonne.
Para finalizar, o que na verdade não tem fim, certa de que deixei de mencionar nomes importantíssimos na evolução do mundo, cito como curiosidade alguns professores famosos como o presidente Barack Obama, foi professor de direito constitucional na Universidade de Chicago; J.K Rowling, autora da saga Harry Potter, foi professora de francês e de inglês quando morou em Portugal; nosso Renato Russo foi professor de inglês em curso particular; Oprah Winfrey, a apresentadora de TV mais famosa dos Estados Unidos, foi professora na escola que construiu e mantém na África do Sul para meninas carentes; o escritor curitibano Paulo Leminski foi professor de história e redação em cursos pré-vestibulares, o que o motivou a escrever seu primeiro romance, Catatau.
Por Sandra Rosenfeld - https://www.sbcoaching.com.br

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Gestor Financeiro: O Herói da Administração da sua Empresa.

A gestão financeira pode ser considerada um combustível para o bom funcionamento da empresa, fornecendo recursos para suprir os demais setores.
 Ela visa o controle das entradas e saídas de capital, evitando gastos desnecessários e maximizando os lucros, fazendo assim com que a empresa cresça.
Neste cenário, o gestor financeiro tem um papel essencial, pois será o responsável pela boa gestão e consequentemente pela saúde financeira da empresa.
  • QUAL O OBJETIVO DA GESTÃO FINANCEIRA? 
Os objetivos de um gestor financeiro devem, antes de tudo, estar alinhados com a diretoria e acionistas. A partir daí, será mais fácil traçar metas financeiras para que esses objetivos sejam alcançados.

A partir disso, o gestor financeiro deverá cuidar para que a empresa tenha sempre o capital de giro necessário para manter as atividades e para manter a empresa em constante crescimento, garantindo também um bom retorno dos investimentos de forma que proporcione uma boa posição para a empresa no mercado.
O maior objetivo da gestão financeira é maximizar os lucros, e consequentemente, o valor de mercado do capital da empresa. Para isso, entretanto, algumas outras preocupações são necessárias, como: manter a empresa em constante liquidez controlando regularmente os fluxos de entrada e saída, possibilitando inclusive uma previsão de como estará a situação futura das finanças para que sejam tomadas medidas preventivas, evitando surpresas desagradáveis.
  • MAS O QUE FAZ UM GESTOR FINANCEIRO?
O papel da gestão financeira envolve principalmente a análise de dados e tomadas de decisões. Veja abaixo algumas das principais atividades do gestor financeiro na empresa:

Análise, Planejamento e Controle:
O gestor analisa resultados de diversos relatórios que podem ser fornecidos pela contabilidade, como a DRE, assim como o fluxo de caixa. 
Esses relatórios podem demonstrar um reflexo da situação atual ou do que está acontecendo nesse momento.

Essas informações servirão como embasamento para que o gestor possa planejar como serão aplicados os recursos financeiros: quais são as áreas que a empresa deve investir ou onde podem estar havendo desperdícios e tomar as ações corretivas para manter o controle.
Tomadas de Decisões:
O gestor financeiro também será responsável por tomar diversas decisões de extrema importância para a saúde financeira da empresa, dentre elas, podemos destacar como as mais importantes as decisões relativas a investimentos, financiamentos e empréstimos.

Uma vez que o gestor conheça a fundo os objetivos da empresa para o futuro, ele deverá buscar investimentos que sejam capazes de maximizar os lucros e promover o crescimento da empresa. 
Para isso, ele deverá analisar os recursos correntes e recursos de longo prazo a serem investidos e buscar as oportunidades que poderão trazer melhores resultados, considerando os índices de liquidez e payback.

Já com relação a financiamentos, o gestor deve ter atenção especial principalmente com relação a prazos de pagamento e juros para evitar situações difíceis. 
Antes de fazer um financiamento, é essencial uma análise profunda do fluxo de caixa fazendo também projeções para o futuro, essa análise poderá indicar se a empresa terá condições de pagar o financiamento sem comprometer o controle das finanças.
Os empréstimos também são um assunto delicado e que devem ter a devida atenção. Cabe ao gestor financeiro tomar as decisões das melhores formas de capitar recursos para garantir o capital de giro da empresa, porém assim como no caso dos financiamentos, os juros e prazos devem ser considerados para que não acabe causando um efeito contrário ao desejado.
Com isso, vemos que o gestor financeiro pode ser o herói que levará a empresa para um futuro promissor. E como tal, é essencial que tenha conhecimento a fundo de todas as movimentações que acontecem nas finanças da empresa.
Copiado: http://exame.abril.com.br

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Alergia ao Wi-Fi: Uma nova doença que surge.


A tecnologia, que surpreende por suas inovações, está causando surpresa também à comunidade médica mundial, e grande controvérsia, devido a uma nova doença que surge: alergia ao Wi-Fi.
O Wi Fi, ou a rede de internet sem fios, pode esconder mais um perigo à saúde humana por conta da modernidade de sua criação. Ocorre que os sinais emitidos por quase todos os cantos, pode desencadear alergia em pessoas que sejam sensíveis a um dos feixes deste sinal eletromagnético.
O estudo realizado nos Estados Unidos mostra que pelo menos 5% das pessoas que estejam expostas à este tipo de sinal, pode desenvolver a alergia. Trata-se de uma condição denominada Hipersensibilidade Electromagnética.


Os sintomas são cãimbras musculares, dor de cabeça, ou dores crônicas.
Médicos americanos alertam que os sintomas podem ser agravados pelo exposição contínua também aos sinais de telefones móveis – que são muito fortes, e até mesmo aos sinais de satélites.
A americana Diane Schou, uma das pessoas que sofre com a alergia, contou à rede BBC News, que entre os sintomas iniciais, sentiu o rosto ficar vermelho, dor de cabeçavisão turva, e uma dor intensa quando tentava pensar. Com a evolução dos sintomas, passou a ter dores no peito.
Tentando reduzir os efeitos, Diane Schou fez alterações em casa, colocando uma proteção impermeável de ondas eletromagnéticas. Mas a medida foi insuficiente, e a americana foi obrigada a mudar-se para uma cidade no interior, longe de tanta exposição às redes Wi-Fi, como medida de proteção à própria saúde.
Vários casos semelhantes começam a ser diagnosticados.


A polêmica já se instalou, e enquanto paises como Suiça e Suécia, acreditam na existência da condição como maléfica para a saúde humana, cientistas do Reino Unido preferem esperar por mais comprovações. Alguns médicos ingleses defendem, inclusive, que esses sintomas não passam de reações psicossomáticas.

Já a organização americana Powerwatch, que verifica os efeitos dos campos eletromagnéticos, afirma que entre 3% e 4% da população mundial sofre sim desta hipersensibilidade.
Enquanto isso, a Organização Mundial da Saúde, a OMS, se posicionou, afirmando que não há diagnosticos médicos claros, ainda. Primeiro, há que ter uma base cientifíca antes de nominar a hipersensibilidade como doença, oficialmente.
Por: Gislaine Rabelo 

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Mantra da Gratidão🌸














Foto By: Jorgenca

  • Obrigado à vida que me inspira, me renova e me dá chances de evoluir diariamente.
  • Obrigado ao lugar onde estou aqui e agora, pois esse lugar precisa de mim e eu dele.
  • Obrigado a todos os órgãos do meu corpo que funcionam em plena harmonia e perfeição.
  • Obrigado a casa onde moro, que me serve de refúgio e descanso.
  • Obrigado às oportunidades de trabalho, conquistas, sucesso e evolução que se abrem diante de mim diariamente.
  • Obrigado a cada dívida paga, porque dessa forma honro meu nome, honro meus compromissos e meu dinheiro se multiplica.
  • Obrigado a tudo aquilo que eu compro, adquiro pois é fruto do meu trabalho.
  • Obrigado a todas as pessoas que cruzam meu caminho.
  • Obrigado às pessoas que me fizeram mal, porque assim desenvolvi força e coragem para seguir sempre adiante.
  • Obrigado às pessoas que me fizeram bem, porque assim me senti muito amado e abençoado.
  • Obrigado a todas as oportunidades de sucesso financeiro e pessoal que recebo, identifico e aceito.
  • Obrigado a mim mesmo que encontro a gratidão em todas as pessoas, coisas e fatos.
  • Obrigado ao Universo inteiro, que conspira a favor de cada pensamento meu, por isso escolho com cuidado tudo aquilo que penso, falo ou desejo.
  • Obrigado ao Deus maravilhoso que existe dentro de mim, sou parte de sua divindade e por isso espalho luz, amor e paz onde quer que eu esteja.
  • Gratidão, gratidão, gratidão

Copiado: Facebook Adm. Tania Maria Dias

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Social Selling ou Venda Social - O que é?

O Social Selling ou Venda Social é a utilização das redes sociais para a obtenção de informações e qualificação dos contatos, com o objetivo de gerar leads e reduzir os esforços de venda. Ou seja, otimizar tempo e aumentar lucro.
Quem trabalha com vendas sabe que é frustrante investir tempo e dinheiro em contatos que não viram clientes e nem sequer leads. Para evitar isso, o artigo The Key to Social Selling is Social, not Selling, de Hillary Byers – Content Marketing Manager na Insightpool -, mostra o quão eficaz pode ser focar primeiro na interação social e nas informações deixadas pelos contatos nos canais sociais antes de se partir para uma abordagem comercial. 
Resumindo: qualificar o contato e trabalhar o relacionamento antes de partir para a venda é a melhor opção para ser mais efetivo!
Coloquei abaixo as dicas do artigo. A versão original está em inglês e pode ser acessada no link ao final do post. Boa sorte nas vendas! 😉
  • DEFINA O RESULTADO ESPERADO – Primeiramente, defina seu objetivo com a interação entre você e os contatos; depois, planeje como ela será. Uma reunião envolvendo apenas os gestores de Marketing seria importante para atingi-lo, por exemplo? O resultado esperado definirá toda sua estratégia de venda social.
  • IDENTIFIQUE AS PERSPECTIVAS – Depois de descobrir os resultados que você espera alcançar, identifique as pessoas, ou grupos, com os quais deseja interagir. Comece criando filtros de mídia social usando palavras-chave e frases para identificar quem está falando sobre a categoria de produtos ou serviços que você está tentando vender. Observe as pessoas que têm uma visão negativa dos produtos ou serviços de seus concorrentes, ou uma opinião positiva sobre os seus. Tente captar a maior quantidade de prospects que conseguir.
  • QUALIFIQUE OS LEADS – Depois de gerar leads, você precisa qualificá-los, separando os que são interessantes para o seu negócio daqueles que não são. Qualificar leads em redes sociais, como Facebook e Twitter por exemplo, é apenas uma parte do processo. O próximo passo é fazer uma qualificação mais ampla, sempre que possível. As pessoas compartilham muitas informações nas redes sociais, e conhecer um pouco mais delas pode ajudar a segmentar e qualificar os leads. Ou seja, mais chances da comunicação ser certeira.
  • ANALISE O ALVO – A briga para muitos representantes de vendas é ter informações relevantes suficientes sobre os leads. A qualificação ajuda a analisar comportamentos e padrões deles. Por exemplo, quais são os principais temas com os quais eles interagem? Quais hashtags têm usado com mais frequência nos últimos 30 dias? Este próximo passo ajuda a sua equipe a entender melhor a segmentação e o alvo.
  • PONTUE SUAS METAS – Uma vez identificados e analisados os alvos, como saber quais as perspectivas mais relevantes? O próximo passo é pontuar. Assim como com os sistemas de e-mail marketing “gota a gota” (que são enviados em etapas), é possível pontuar as ligações de acordo com atributos demográficos e comportamentais. Essa é a principal diferença: neste caso, os atributos são baseadas em informações disponíveis publicamente, que são de perfis e interações sociais, como tweets e mensagens.
  • RELACIONE-SE AUTENTICAMENTE – Vamos parar por um segundo e falar sobre a primeira parte da equação: social. Os canais sociais estão ligados a pessoas no mundo real, portanto, as conversas devem ser sinceras e autênticas.
  • FAÇA ESCALAS DE ENGAJAMENTO – Assim como as campanhas de e-mail marketing “gota a gota”, as ligações e conversas com potenciais clientes devem ser alimentadas constantemente, e em escala. Depois de diversos contatos e da qualificação, o vendedor pode passar o lead adiante, para o vendedor mais próximo geograficamente.
  • ANALISE RECEITA E RESULTADOS – O objetivo da venda social é munir a equipe de vendas com outra plataforma de elaboração de receitas e resultados. As recém-criadas oportunidades de vendas capturadas em canais sociais devem ser registradas no CRM para o acompanhamento do seu progresso através de todo o funil de vendas. Isso ajudará você a atribuir receita aos seus esforços sociais e a calcular as receitas e resultados.
Fonte: http://www.convinceandconvert.com/social-media-strategy/the-key-to-social-selling/
Por Maria Alana Brinker - http://www.comunicacaoetendencias.com.br

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

14 Princípios do Sistema Toyota de Produção

Princípio 1. Apoie suas decisões de gerenciamento em uma filosofia de longo prazo.
Tenha um senso filosófico de propósito que supere qualquer tomada de decisão a curto prazo. Trabalhe, cresça e alinhe-se num propósito que seja maior que fazer dinheiro. Entenda seu lugar na história e trabalhe para chegar ao próximo nível. Sua filosofia será a fundação para todos os demais princípios.
Gere valor ao cliente, à sociedade e à economia: essa é sua partida. Avalie cada passo em termos da sua habilidade de conquistar isso.
Seja responsável. Lute para decidir seu próprio caminho. Confie em suas próprias habilidades. Aceite responsabilidade por sua conduta e melhore as habilidades que lhe permitam produzir valor agregado.
Princípio 2. Crie um fluxo contínuo de processo que traga os problemas à tona.
Redefina os processos de trabalho para alcançar um alto valor agregado. Lute para zerar a quantidade de tempo que qualquer projeto fique ocioso ou dependendo de alguém que o resolva.
Crie um fluxo que mova rapidamente materiais e informações unindo pessoas e processos de forma que os problemas apareçam imediatamente.
Deixe o fluxo evidente por toda cultura da organização. É a chave para o verdadeiro processo de melhoria contínua e para desenvolver as pessoas.
Princípio 3. Use sistemas de coleta para evitar produção excedente.
Ofereça aos seus clientes o que eles precisam, na hora certa e na quantidade necessária. Reposição de estoques iniciado pelo consumo é o princípio básico da pontualidade.
Minimize seu trabalho e inventário estocando pequenas quantidades de cada produto e frequentemente repondo baseado no que o consumidor realmente retira.
Seja atento aos turnos diários referentes a demanda do consumidor ao invés de confiar em sistemas de agendamentos automáticos para rastrear inventário perdido.
Princípio 4. Nivele a carga de trabalho (heijunka). (Trabalhe como a tartaruga, não como a lebre.)
Eliminar desperdício é apenas um terço da equação para obter sucesso em lean. Eliminar sobrecarga de pessoas e equipamentos e eliminar erros na agenda de produção são tão importantes quanto: ainda assim isso geralmente não é entendido nas empresas que tentam implementar os princípios de lean.
Trabalhe para nivelar a carga de trabalho de todos os processos de manufatura e serviços como alternativa para a abordagem parar/continuar de trabalho em projetos em lotes que é comum na maioria das empresas.
Princípio 5. Crie uma cultura de parar pra corrigir problemas para obter qualidade logo na primeira vez.
A qualidade significa valor para o cliente.
Use todos os mais modernos métodos de qualidade disponíveis.
Construa em seus equipamentos a capacidade de parar ao detectar problemas. Desenvolva um sistema visual que alerte o time ou os líderes de projeto que uma máquina ou processo precisam de assistência. Jidoka (máquinas com inteligência humana) é a fundação para “produzir” qualidade.
Crie em sua organização um sistema de suporte para resolver rapidamente os problemas e oferecer soluções.
Crie em sua cultura a filosofia de parar ou diminuir até obter a qualidade apropriada desde o início para melhorar a produtividade a longo prazo.
Princípio 6. Tarefas e processos padronizados são a fundação para melhoria contínua e capacitação de funcionários.
Use métodos estáveis e reproduzíveis em todo lugar para manter a previsibilidade, sincronia e saídas normais de seus processos. Essa é a fundação para fluxo e coleta.
Capture a sabedoria acumulada de um processo para padronizar as melhores práticas atuais. Permita que expressões criativas e individuais melhorem o padrão; então incorpore-as num novo padrão de modo que quando a pessoa se ausentar você possa passar o conhecimento para a próxima.
Princípio 7. Use controle visual para que nenhum problema se esconda.
Use indicadores visuais simples para ajudar as pessoas a determinar imediatamente se elas estão em condições normais ou se elas se desviaram.
Evite usar uma tela de computador quando ela tirar o foco do trabalhador de seu trabalho.
Projete sistemas visuais simples no local onde o trabalho é feito para ajudar o fluxo e a coleta.
Diminua seus relatórios para um pedaço de papel quando for possível, mesmo para suas mais importantes decisões financeiras.
Princípio 8. Use apenas tecnologia confiável e profundamente testada que sirva seu pessoal e seu processo.
Use tecnologia que ajude as pessoas, não que as substitua. Frequentemente é melhor trabalhar num processo manualmente antes de adicionar tecnologia que ajude no processo.
Novas tecnologias são frequentemente instáveis e difíceis de padronizar e portanto arriscam o fluxo. Um processo certificado que funcione geralmente leva vantagem sobre tecnologias novas e sem testes.
Conduza um ritual de testes reais antes de adotar novas tecnologias nos processos de negócio, nos sistemas de manufatura e nos produtos.
Rejeite ou modifique tecnologias que conflitam com sua cultura ou que possam atrapalhar a estabilidade, confiabilidade e previsibilidade.
Ainda assim, encoraje seu pessoal a considerar novas tecnologias quando procurarem novas abordagens de trabalho. Rapidamente implemente uma tecnologia avaliada profundamente se ela se provou em julgamentos e ela possa melhorar o fluxo nos seus processos.
Princípio 9. Fortaleça líderes que entendam o trabalho meticulosamente, vivem a filosofia e a ensinam a outros.
Fortaleça os líderes de dentro, ao invés de comprá-los de fora da organização.
Não veja o trabalho do líder simplesmente como cumprir tarefas e ter boas habilidades com pessoas. Líderes devem ser modelos da filosofia e forma de agir da empresa.
Um bom líder deve entender o trabalho diário detalhadamente para que ele possa ser o melhor professor da filosofia da empresa.
Princípio 10. Desenvolva pessoas excepcionais e times que sigam a filosofia da empresa.
Crie uma cultura forte e estável na qual os valores e crenças da empresa sejam largamente compartilhados e vividos por muitos anos.
Treine indivíduos excepcionais e times que trabalhem dentro da filosofia da empresa para alcançar resultados excepcionais. Trabalhe bastante para reforçar a cultura continuamente.
Use equipes multi disciplinares para melhorar a qualidade e produtividade e aumentar o fluxo ao resolverem problemas técnicos complexos. Superação ocorre quando as pessoas usam as ferramentas da empresa para melhorar a empresa.
Faça um esforço constante para ensinar indivíduos como trabalharem juntos como equipe em direção a objetivos em comum. Trabalho em equipe é algo que precisa ser aprendido.
Princípio 11. Respeite sua rede de parceiros e fornecedores ao desafiá-los e ajudá-los a melhorar.
Tenha respeito por seus parceiros e fornecedores e trate-os como uma extensão do seu negócio.
Desafie seus parceiros externos de negócio a crescer e evoluir. Isso mostra que você os valoriza. Estabeleça alvos de desafio e ajude seus parceiros a alcançá-los.
Princípio 12. Vá e veja você mesmo para entender profundamente a situação (genchi genbutsu).
Resolva problemas e melhore processos indo até a fonte e observando e verificando pessoalmente os dados ao invés de teorizar baseado no que outras pessoas ou a tela do computador lhe diz.
Pense e fale baseado em dados verificados pessoalmente.
Mesmo os gerentes e executivos de alto nível devem ir e ver as coisas por si, para que tenham mais do que um entendimento superficial da situação.
Princípio 13. Tome decisões lentamente por consenso, cuidadosamente considerando todas as opções; implemente as decisões rapidamente (nemawashi).
Não escolha uma única direção para seguir sem antes considerar cuidadosamente as alternativas. Quando tiver escolhido, siga rápida e continuamente o caminho.
Nemawashi é o processo de discussão de problemas e soluções potenciais com todos os envolvidos, para pegar suas ideias e chegar a um acordo ao caminho a seguir. Este processo consensual, apesar de consumir tempo, ajuda a ampliar a busca por soluções e uma vez que a decisão for tomada, o palco estará pronto para uma rápida implementação.
Princípio 14. Seja uma organização de aprendizado por reflexões rígidas (hansei) e melhoria contínua (kaizen).
Uma vez que você tenha estabelecido um processo estável, use ferramentas de melhoria contínua para determinar a causa raiz das ineficiências e aplicar medidas corretivas eficientes.
Modele processos que não precisem de muito inventário. Isso irá expor para todos as perdas de tempo e recursos. Uma vez que as perdas são expostas, faça com que os funcionários usem um processo de melhoria contínua (kaizen) para eliminá-los.
Proteja a base de conhecimento da organização desenvolvendo pessoal estável, promoções lentas e sistemas de sucessão muito cuidadosos.
Use hansei (reflexão) em marcos importantes e ao término do projeto para que possa identificar claramente todas as deficiências do mesmo. Desenvolva medidas que evitem que os mesmos erros se repitam.
Aprenda com as padronizações das melhores práticas, invés de reinventar a roda em cada novo projeto e cada novo gerente.
Copiado: https://comofiz.wordpress.com/

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

SCRUM - Ferramenta Para Gerir Projetos Sem Perder Tempo

Em meio à correria do dia a dia, como fazer para alcançar bons resultados em projetos, dentro do tempo e dos custos pré-determinados?  Esse com certeza é um desafio para todo empreendedor e suas equipes. Existem algumas metodologias que podem ajudar muito na gestão de projetos. O 5W2H ou um roadmap são algumas delas. Hoje, vamos falar sobre o scrum.
Scrum, já ouviu falar? O termo é mais popular no mundo da tecnologia. Trata-se de uma abordagem inicialmente desenvolvida para ser aplicada à gestão de projetos de software. Essa metodologia foi desenvolvida por Jeff Sutherland.  Como piloto da aeronautica, para ele, era possível comparar o processo de gestão e finalização de um projeto com a delicada missão de pousar um avião.
Ficou curioso? De acordo com ele e sua experiência enquanto piloto, o grande desafio de pousar um avião consiste no fato de que não existe uma fórmula fixa para fazer isso. Então, a todo segundo, o piloto precisa fazer ajustes para adequar o avisão à trota necessária ao pouso. O mesmo vale para um grande projeto, que envolve pessoas e uma complexidade enorme de atividades.
O Scrum propõe que um projeto seja dividido em diversos ciclos de atividades, com reuniões frequentes para que a equipe possa trocar o que vem fazendo, e pensar formas de melhorar o processo com agilidade. Assim como no caso do avião, este metodologia propõe que o projeto seja acompanhado de pertinho e passe por mudanças de planejamento o tempo todo de forma livre e pouco engessada.
Termos técnicos que você vai ouvir quando falar em Scrum
Muitas vezes os jargões e palavras técnicas usadas para explicar como algo funciona são mais complicadas do que funcionamento em si. Esse é o caso do universo do vocabulário relacionado ao termo Scrum. 

A seguir, confira um miniglossário básico para você não ficar perdido no vocabulário:
Sprints: é o nome dado para os ciclos de cada projeto. Em geral são ciclos mensais. Esses grandes ciclos serão determinados para que determinadas tarefas sejam realizadas.
Product Backlog: é o nome dado para o conjunto de objetivos de um projeto. No caso de um projeto de desenvolvimento de software -para o qual o Scrum foi pensado inicialmente- é o nome dado ao pacote de  funcionalidades a serem implementadas em um projeto.
Sprint Planning Meeting: são reuniões periódicas que acontecem no início de cada sprint, ou ciclo, para planejar e priorizar os ítens do Product Backlog que serão desenvolvidos naquele período.
Sprint Backlog: é como se chamam as tarefas específicas que serão realizadas e desenvolvidas em cada ciclo, ou sprint.
Daily Scrum: essa é uma reunião diária para acompanhamento do projeto. A ideia é que toda a equipe se reúna diariamente para discutir as atividades desenvolvidas, disseminar conhecimento, identificar impedimentos e priorizar o trabalho daquele dia.
Sprint Review Meeting: essa é a reunião que acontece ao final de cada sprint para que a equipe apresente as funcionalidades que foram implementadas, ou os resultados do trabalho, daquele ciclo. A ideia é que depois dessa etapa, a equipe parte para o próximo ciclo.
O SCRUM PROPÕE UM ACOMPANHAMENTO CONSTANTE DO PROJETO. O TEMPO TODO A EQUIPE ESTARÁ SE REUNINDO, TROCANDO EXPERIÊNCIAS, AVALIANDO O QUE FOI FEITO E RE-PLANEJANDO O QUE SERÁ FEITO EM SEGUIDA.
Mais do que isso, uma das regras mais importantes do Scrum é que todos saibam o que está sendo feito, e que as atividades de cada ciclo (no geral e diariamente) sejam mostradas para toda a equipe de forma visual.
Principais pontos do Scrum
Jeff Sutherland publicou em 2014 um livro sobre o Scrum, para explicar e popularizar a metodologia. No livro, ele apresenta alguns princípios básicos do Scrum, que foram resumidos nesta matéria da INC. Confira os principais pontos a seguir:

Reuniões diárias: mesmo que seja rapidinho. Em apenas 15 minutos é possível repassar os principais pontos, discutir obetáculos e alinhar as atividades entre a equipe.
Mostrar o trabalho de forma visual: as empresas perdem muito tempo de seus funcionários em reuniões com apontamentos sobre o que está sendo feito, o que foi concluído e o que está parado. Uma forma simples de resolver isso é criar um registro visual para demonstrar o andamento das tarefas. O Kanban tem tudo a ver com isso. Experimente criar um enorme painel, e colocá-lo onde todos possam ver – com todas as atividades e o status de cada uma. Assim, não é preciso perder tempo falando, as pessoas já saberão sobre o status do projeto apenas observando.
Tenha equipes enxutas: uma das dicas do especialista é manter equipes pequenas, com até 10 pessoas. Estudos comprovam que equipes enxutas trabalham mais rápido e melhor do que grandes times.
Esqueça os títulos de função: que tal chamar todos de “membros da equipe tal”? Estudos também demonstram que quando não são criados títulos para as pessoas que possam limitar o entendimento de seu papel dentro de uma equipe, elas trabalham melhor.
Saiba priorizar: quando várias coisas são prioridade, nada é uma prioridade. Então, para que algo realmente seja feito, a metodologia scrum propõe que as atividades devem ser priorizadas. Uma coisa de cada vez.
Heroísmo não é um bom sinal: quando uma equipe vira noites e consegue entregar um projeto às custas de muito, mas muito esforço – naquele ponto que chamaríamos até de ato heróico – você deve ficar alerta. Esse sinal pode indicar que a forma como aquele time trabalha precisa ser revista. Um time sobrecarregado em algum momento vai falhar.
Bom, agora você já aprendeu sobre Scrum. Mesmo que você não desenvolva softwares, pode tirar boas práticas dessa metodologia. No final das contas, os dois principais pontos do Scrum são: acompanhamento de perto – e com isso também é mais fácil e motivar a equipe – e manter o registro das tarefas de forma visual.