QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

IKIGAI: Conheça o conceito japonês para uma vida longa, feliz e significativa


Qual a razão para se levantar da cama de manhã? 

Só tentar responder a uma pergunta tão importante pode fazer você querer voltar para a cama. 

Se o fizer, o conceito japonês de ikigai pode ajudar.

Originário de um país com uma das populações mais antigas do mundo, a ideia está se tornando popular fora do Japão como uma forma de viver mais e melhor.
Embora não haja uma tradução direta, ikigai combina as palavras japonesas ikiru, que significa “viver”, e kai, que significa “a realização do que se espera”. Juntas, essas definições criam o conceito de “uma razão para viver” ou a ideia de ter um propósito na vida.
Ikigai também tem significados históricos: gai é originário da palavra kai, que significa concha. Estas foram consideradas muito valiosas durante o período Heian (794 a 1185), de acordo com Akihiro Hasegawa, psicólogo clínico e professor associado da Universidade Toyo Eiwa, acrescentando uma sensação de “valor em viver”.
Para encontrar este propósito, os especialistas recomendam começar com quatro perguntas:

  • O que você ama?
  • No que você é bom?
  • Em que o mundo precisa de você?
  • Pelo que você pode se pago?

Encontrar respostas e um equilíbrio entre essas quatro áreas pode ser uma rota para o ikigai para os ocidentais que procuram uma rápida interpretação desta filosofia.

Mas no Japão, ikigai é um processo mais lento e muitas vezes não tem nada a ver com trabalho ou renda.
Em uma pesquisa de 2010, de 2.000 homens e mulheres japoneses, apenas 31% dos participantes citaram o trabalho como seu ikigai.
Gordon Matthews, professor de antropologia na Universidade Chinesa de Hong Kong e autor de What Makes Life Worth Living?: How Japanese and Americans Make Sense of Their Worlds, disse que a maneira como as pessoas entendem ikigai pode, de fato, ser mapeada para duas outras ideias japonesas – ittaikan e jiko jitsugen. Itaikkan se refere a “um senso de unidade ou compromisso com um grupo ou função”, enquanto jiko jitsugen tem mais a ver com a auto-realização.
Matthews disse que ikigai provavelmente levará a uma vida melhor “porque você terá algo pelo que viver”, mas adverte contra a visão do ikigai como uma opção de estilo de vida: “Ikigai não é algo grandioso ou extraordinário. É algo muito prático.”
Okinawa, uma ilha remota ao sudoeste do Japão, tem uma população anormalmente grande de centenários e é muitas vezes citadas quando se fala de ikigai – embora não por Gordon.


De acordo com Dan Buettner, especialista em Zonas Azuis, as áreas do mundo onde as pessoas vivem mais tempo, o conceito de ikigai permeia a vida dessas pessoas. Combinado com uma dieta específica e uma rede de amigos de apoio ou “moai”, ikigai está ajudando as pessoas a viverem mais tempo em Okinawa, pois isso lhes dá um propósito, vindos de exemplos de pessoas como um mestre de karatê, um pescador ou uma bisavó, todos com mais de 100 anos.
Mas saber qual seu ikigai não é suficiente – todas essas pessoas colocam seu objetivo em ação, diz Buettner. Os pesquisadores enfatizam que o ikigai pode mudar com a idade.
Fonte: World Economic Forum, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint: http://www.beefpoint.com.br

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

O Papel da Gestão de Pessoas nas Organizações


As organizações buscam a excelência nos resultados de suas ações; os colaboradores, o reconhecimento e a valorização no desenvolvimento das suas atividades. Há uma relação de troca permanente e ambos buscam um mesmo objetivo, que envolve crescimento, desenvolvimento e sucesso.

Como alcançar esse equilíbrio, já que, embora os objetivos sejam semelhantes, ocorrem muitas divergências nesse processo, o que gera conflitos, desperdícios de energia, desmotivação e perda de produtividade? Um fator que contribui para minimizar essa questão é compreender a cultura da organização e os valores que são defendidos pela mesma.


É importante que as pessoas se mantenham com os seus valores, desde que respeitem e transmitam os valores corporativos. Por outro lado, a organização, representada pelos seus gestores, deve priorizar pelo respeito aos colaboradores, contribuindo para um bom ambiente de trabalho, que é a chave para a retenção de talentos.


Nesse contexto, podemos discutir o papel da gestão de pessoas nas organizações. É primordial que as organizações se preocupem com seus colaboradores e com toda a infraestrutura que ela oferece aos funcionários, para que os mesmos possam desenvolver adequadamente suas funções.


A gestão de pessoas é importante porque as empresas são feitas exclusivamente de pessoas, e todo seu sucesso ou fracasso depende delas, ou seja, é necessário que os colaboradores trabalhem em prol da empresa, para que sejam alcançados os objetivos estabelecidos pela mesma; por outro lado, estes esperam um salário justo com suas atribuições e benefícios que os estimulem a trabalhar cada vez melhor.


Cuidar do desenvolvimento intelectual e psicológico dos colaboradores, fornecendo capacitação, investindo em educação e desenvolvimento profissional, torna-os cada vez mais preparados, melhorando seu trabalho e o resultado que se espera deles. 



O processo de gestão de pessoas envolve provisão, aplicação, manutenção, desenvolvimento e monitoração, que podemos entender como: contratação, adequação ao cargo, estabilidade, capacitação e controle, tratando com pessoas diferentes e personalidade própria, porém, capacidade suficiente para conduzir a empresa ao sucesso.


Nesse contexto, ampliamos o foco da atuação dos gestores, deixando de ver os funcionários apenas como recursos, mas atuando com uma liderança voltada para os resultados dos envolvidos em que ganham todos: a empresa, os gestores, os colaboradores e a sociedade. Podemos afirmar, dentro desse princípio, que a clássica administração de Recursos Humanos deixou de ser responsabilidade da área de Recursos Humanos na empresa, tornando-se um órgão de staff, e passou a fazer parte das responsabilidades de todos os gestores de área que também assumem o papel na gestão de pessoas e não mais somente dos aspectos técnicos em seu setor de trabalho. 



Isso exige também um novo olhar da organização para esse gestor, que deve ser preparado para esse papel com investimento em capacitação, pois é ele o ""elo"" entre os objetivos organizacionais e os interesses individuais, no que se refere a crescimento e desenvolvimento.


Essa articulação em busca do equilíbrio está nas mãos do gestor, que, compreendendo tal dimensão, busca o sucesso da organização mediante à satisfação pessoal de sua equipe. 



Enfim, criar um bom e produtivo ambiente de trabalho, onde não só a empresa se beneficie mas também seus colaboradores, dependerá da importância dada ao papel da gestão de pessoas no contexto organizacional. 


por: Osmil Sampaio Leite 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Como Evitar Crise nas Mídias Sociais

E, principalmente, o que fazer e como agir, quando DER RUIM?

As mídias sociais deram poder às pessoas. Literalmente! Hoje, basta um mau atendimento, uma promessa não cumprida, burocracia demais em um processo de atendimento em qualquer empresa, que já vem uma ameaça: 
Vou fazer um vídeo no Youtube! Vou postar no Facebook! Se não resolverem meu problema, coloco no Reclame Aqui!!
Na maioria das vezes, toda essa situação poderia ser evitada. Vamos entender como as crises nas mídias sociais acontecem?
Se você é um profissional de Marketing Digital ou de Mídias Sociais, as questões seguintes são prioridades sua para começar a pensar em criar um Instagram, Youtube ou página no Facebook. E já adianto, não é um trabalho fácil. Mas, confio em seu potencial!

Veja 13 erros que as empresas cometem e que podem gerar crises nas mídias sociais:

  1. Não entendem como as mídias sociais funcionam e nem o impacto negativo que causam à imagem da empresa;
  2. Estão nas mídias sociais mas querem atuar da mesma forma que atendem offline;
  3. Querem ter o poder e controlar o que falam sobre elas;
  4. Não têm pessoas qualificadas para atender nas mídias sociais;
  5. Não entendem como as pessoas comuns podem ser influentes e possuírem o poder de viralizar rapidamente uma notícia;
  6. Simplesmente não cumprem o que prometem;
  7. Não pensam no consumidor e nem em resolver o problema da melhor maneira possível;
  8. Não admitem um erro;
  9. Abrem contas em canais sociais sem planejamento;
  10. Não cumprem com o prazo dado ou demoram demais para um primeiro atendimento e a resolução da questão;
  11. Não assumem a responsabilidade quando um fator externo prejudica seus clientes;
  12. Não sabem lidar com críticas e comentários negativos sobre seu produto ou serviço;
  13. Simplesmente não tem um produto ou serviço de qualidade.
Agora imagine que você está a pouco tempo trabalhando com um cliente, e de repente… DEU RUIM! 

Como agir em situações delicadas e de crise nas mídias sociais?
O ideal é que você tenha sempre um monitoramento diário dos seus canais sociais e dos seus produtos, para ser o primeiro a saber quando uma questão complicada, ou que pode se complicar, está acontecendo ou tem potencial para “dar ruim” de verdade.
A primeira coisa a fazer é ter calma, respirar fundo e entender que você precisa agir rapidamente, mas não pode postar qualquer coisa, pois isso pode piorar ainda mais a situação!
Como você lida com uma situação de crise é, na maioria das vezes, mais importante, do que a situação em si (Israel Degasperi)

13 passos para seguir em situações de crise nas mídias sociais!

  1. Seja solícito: Mostre para as pessoas que você realmente se importa em resolver o problema delas.
  2. Gerencie as expectativas para o tempo de resposta e de resultados.
  3. Trabalhe com equipes diferentes dentro da empresa para entregar uma solução para o cliente.
  4. Comunique claramente para um ou muitos clientes o que está acontecendo. Informação oficial é remédio        para especulações e evita que as coisas piorem ou saiam do controle.
  5. Seja autêntico nas respostas: Reforce a marca mas aja como humano. Evite sempre respostas prontas que não dizem nada, apenas para ganhar tempo. Isso deixa as pessoas muito irritadas!
  6. 90% dos clientes ficam satisfeitos quando têm uma resposta rápida. 35% dos clientes esperam uma resposta em até 30 minutos. 45% dos clientes esperam uma resposta em até 1 hora. Resposta: Deixe as pessoas saberem que a mensagem/reclamação delas foi lida. Isso faz com que ela continue enviando muitas mensagens/reclamações. Solução: Aborde a questão a fundo e entregue uma solução real ou se comprometa em resolver num determinado período.
  7. As pessoas que reclamam, reclamam porque querem fazer a diferença! Reúna todos os fatos e faça as correções que forem necessárias.nça que a empresa vai cuidar de todos os afetados pelo problema.
  8. Acompanhe sempre a situação e mantenha todos os envolvidos atualizados do que está acontecendo.
  9. Identifique: Como, Onde e Quando você irá comunicar a solução do problema.
  10. Pense sempre antes de agir!
  11. A sua resposta pode ser mal interpretada e piorar ainda mais a situação! Mostre sua resposta para uma pessoa da empresa que não está envolvida na situação para avaliar se pode ser interpretada de outra maneira #ficaadica.
Agora, para finalizar, é super importante você identificar antes de tudo se a reclamação ou a situação é realmente um problema ou se é alguma ameaça ou carteirada de alguém tentando ganhar no blefe ok?

Se a pessoa estiver reclamando mas a questão que ela quer ganhar é uma decisão correta da empresa, um valor que direciona as estratégias da empresa, posicione-se e deixe que as próprias pessoas que acompanham a marca, defendam a posição da empresa.
Para isso, é super importante você ter mapeado quem são seus influenciadores, quem são as pessoas que interagem constantemente com a empresa e em quais canais. Vocês podem enviar declarações oficiais primeiro para essas pessoas para ajudar a conter os ânimos.
Copiado: http://igti.com.br/

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O Medo de Acordar Atrasado Todo Dia!

Você pode estar certo que isso acontece com quase todo mundo. O que varia de uma pessoa para outra é a frequência e o motivo pelo qual acontece. E também como cada um lida com essa situação. 

O fato é que acordar atrasado causa muito sofrimento para algumas pessoas, mas não precisaria ser assim, se parássemos para analisar a situação! 

Vem comigo!
 A maioria das pessoas ao ler esse título vai primeiro pensar: “ah… quando estamos desmotivados é assim mesmo”.

É verdade! Mas posso dizer, por experiência própria, que nem sempre é o caso. Não quer dizer que nunca tenha acontecido comigo de estar desmotivada mas, foram poucas vezes e, nesses dias, não dava medo de não acordar. Dava era vontade de mudar tudo.

Estar mais ou menos feliz não interferia no meu sono. Meu problema era acordar às 6:30 da manhã. Simplesmente não funcionava.

Desde que eu me entendo por gente, o meu despertar sempre foi muito difícil. Quando eu era criança, minha avó se encarregava da tarefa e fazia o possível para que eu saísse da cama. Chamava carinhosamente, dava batidinhas nos braços, fazia cócegas, puxava o dedão do pé. A tática usada dependia do humor dela no dia e do tanto que eu demorava a escutar o chamado.

Lembro de ter uns 9 anos de idade e ela me falar que eu sentava na cama, dizia que ia levantar e, mal ela virava as costas, eu deitava e dormia outra vez.

Bullying na escola e no trabalho

 Sofria bullying, claro, e bronca em casa. Sempre estudei pela manhã e era a que chegava esbaforida na escola. Quando comecei a trabalhar, quase sempre era a última a chegar na empresa. Não quero dizer que me atrasava com frequência, até porque, naquele tempo, a gente sofria punição se atrasasse. Mas todos sabiam da minha dificuldade, e riam disso. E eu me sentia bem mal, porque não tinha ideia do que fazer.


Eu só sabia que não escutava o despertador, fosse alarme sonoro, música ou alguém me chamando, mesmo que tivesse dormido muitas horas. Só não era pior porque sempre tive ótimas notas, depois fui boa profissional e me desenvolvia bem no que estivesse fazendo. Então, minha imagem não sofreu muitos danos.

Na primeira empresa, fiquei 19 anos, e, apesar da zombaria, não tive problemas. Talvez ajudada pelo fato de que os chefes que tive por lá, não chegavam muito cedo. Aí mudei de empresa e caí num lugar onde todos, todos mesmo, do presidente ao meus pares, chegavam às 7:30 h, quando o início do expediente era às 8 h.

Eu morava em outra cidade e não podia mudar imediatamente. Também não podia sair mais cedo de casa, porque tinha que deixar o filho na escola. Eram 100 km para chegar lá. Volta e meia acontecia alguma coisa no caminho e eu chegava 5-10 minutos depois das 8 h.
 E recebia “aquele olhar” de quem cruzasse comigo ainda com a bolsa no ombro.

Foram alguns anos assim, até que veio o horário flexível e pude me adaptar, chegando e saindo mais tarde, embora sair mais tarde não fosse uma novidade. O ponto aqui era oficializar. Ainda assim, dependendo da equipe com quem estava trabalhando, esse assunto sempre voltava, com uma certa ironia, mesmo quando eu já ocupava um cargo diretivo. Pasmem!

Por que coisas assim acontecem?

 Porque ainda precisamos evoluir muito nas nossas relações, desenvolver a empatia, principalmente no mundo corporativo. Respeitar a singularidade de cada pessoa, entender que temos características diferentes e que a atenção deve ser dada ao que podemos fazer pela equipe, pela empresa e pelo futuro de todos nós, independente do horário que cumprimos.

Já falamos em home office há tanto tempo e, até agora, existem pessoas que acham que quem está trabalhando fora do escritório está enrolando. Implantamos o horário flexível, mas, se só uma pessoa deseja adotá-lo, os outros olham atravessado. Já deveríamos todos agir para que os profissionais estivessem felizes e satisfeitos, pois assim produzem mais, mas muito disso ainda está nos livros e discursos, e não na prática.

Eu, do alto da minha ingenuidade, fui levando a vida achando que era assim mesmo. Sabia que era do tipo vespertino mas, nunca entendi bem o porquê da dificuldade nos momentos finais do sono, pois amava o que fazia e, quando acordava, ia feliz pro meu trabalho.

Como tinha bons resultados, minha carreira se desenvolveu bem, apesar dessa discriminação, e nunca busquei entender melhor o que passava ou se poderia haver algo a fazer para ter mais comodidade.

E sabe por quê estou contando essa história aqui?

 Porque só recentemente descobri que muitas coisas que nos rotulam durante a vida, não precisam ser desta forma, se nos conhecermos bem e sairmos dessa atitude de “é assim mesmo” ou “eu sou assim”.


Um outro exemplo sobre pensar que algumas características não podem ser mudadas é que sempre fui a que não gostava de balada, de música alta. Era a “chata”, e hoje sei que tenho um limiar muito baixo de audição. 

Assim me incomoda o ruído excessivo. Já pensou se eu tivesse descoberto isso quando tinha 20 anos? Não teria me sentido e sido chamada de “chata” por muito tempo, porque simplesmente teria explicado às pessoas o motivo de preferir outro tipo de programa.

Eu sofri toda a minha vida com a hora de acordar, e só me dei conta realmente dessa angústia quando pedi uns dias de férias para pensar como iria dar sequência à minha carreira. Nesses poucos dias, me desliguei totalmente do trabalho, não tinha compromissos de qualquer espécie e foi quando percebi que havia passado a vida indo dormir todos os dias com medo.

Medo de não acordar, de perder a reunião, do julgamento alheio. Medo de enfrentar aquele olhar disfarçado de reprovação ou a risadinha no canto da boca, quando era algo que eu pensava que estava totalmente fora do meu controle. E aí, fui atrás de como resolvê-lo.

Existe muita coisa para fazer e tirar você dessa agonia, ou qualquer sentimento que se pareça com isso, se você der atenção e assumir que nada é “assim mesmo”.

Você pode se apropriar de várias técnicas para criar novos hábitos para acordar melhor, para ter um sono mais repousante, para dormir melhor e encontrar o ritmo que funciona para você. Existem também aplicativos que ajudam a monitorar o sono e despertar na hora mais adequada ao seu ciclo de sono.

Não se deixe levar pela vida corrida, onde você tem que entregar cada vez mais, sem olhar para o seu próprio conforto e paz de espírito. Investigue!

Passa por algo parecido? Procure se conhecer mais, ver o que lhe faz feliz e o que lhe atormenta. Consulte um médico para entender melhor o que se passa, como é possível mudar o que lhe ocorre ou se você terá que mudar seus horários ou quem sabe, para um emprego com mais flexibilidade, por exemplo.

Ninguém merece viver esse tipo de angústia diariamente.

Por: Deize Andrade - http://deizeandrade.com/

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

BITCOIN: ENTENDA COMO FUNCIONA

Graças ao Bitcoin, a principal moeda digital existente no mercado, várias alternativas surgiram nos últimos anos apesar de poucas terem se popularizado como ele. 
Isso se deve à atratividade, facilidade de negociação e rápida valorização que ele obteve nos últimos tempos.
Para se ter uma ideia, em 2009 uma unidade dele valia menos de U$ 1,00, porém em 2013 chegou a ser cotada acima de U$ 1.100,00. Ou seja, muita gente conseguiu faturar uma boa quantia investindo em Bitcoins.
Para conseguir essa criptomoeda, você deve comprá-la numa espécie de bolsa de valores de Bitcoins. Isso pode ser feito por meio de uma conta numa exchange online confiável que atue nesse mercado. 
Outra forma é a mineração de Bitcoins, de onde todas as unidades se originam, mas hoje só é rentável para grandes empresas, que investem milhões no processo de mineração.

O QUE É UMA MOEDA DIGITAL?

Uma moeda digital é como uma moeda física, porém originada e usada especialmente em transações virtuais. Com ela, é possível adquirir bens, serviços e fazer pagamentos em empresas web ou físicas que a aceitem. Para otimizar o entendimento sobre moedas digitais, o melhor é usar como exemplo o Bitcoin, o mais popular e interessante delas.
O que o torna valioso é a sua escassez no mercado e relativa dificuldade em ser obtido, fazendo com que o seu mercado seja comparado com o de ouro (por isso o termo “mineração”).

COMO FUNCIONA A MINERAÇÃO DE BITCOINS?

O sistema de mineração de Bitcoins é gerido por um software específico. Portanto, para minerar é necessário baixá-lo no computador para fazer parte de uma rede interligada com outros computadores que fazem parte da rede bitcoin, semelhante ao torrent. Após isso, a pessoa passa já pode se conectar a uma grupo de outros mineradores, chamados de pool, que agrupam poder de processamento, ou minerar sozinha.
Muitos computadores dessas entidades servem como “nós” do sistema, sendo responsáveis por controlá-lo, validar informações e garantir a segurança na troca de dados relacionados à moeda.
Dessa forma, o mercado de Bitcoin consegue funcionar independente de um “nó” central, ou seja, num sistema “peer to peer” sem a necessidade de uma organização que regule e controle sua cotação, emissão e outras atividades relacionadas a ele.

COMO SE CONSEGUEM BITCOINS?

O processo de mineração consiste em tentar decifrar códigos com valores criptografados emitidos pelo software. Essas emissões são sequências de bits geradas pelo algoritmo do programa, sendo chamados de “hashs”. Envolvem equações matemáticas altamente complexas.
Quem consegue decifrar o código primeiro ganha uma determinada quantidade de Bitcoins. O vencedor e os seus Bitcoins são informados pelo seu nó aos demais para que todos validem e saibam que esses bitcons pertencem a esse minerador, de modo que ele possa fazer uso do seu prêmio.
Existe um grande banco de dados que atua como “livro de registros”, o chamado “blockchain”, onde cada transação é registrada de forma cronológica e linear, sendo também digitalmente assinada para garantir sua integridade e veracidade. Uma cópia dele está presente em cada nó, o que permite que eles possam validar ou não as informações recebidas de acordo com os dados que possuem.
Nesse sentido, a aprovação de cada transação depende de um consenso, o que previne fraudes.

POR QUE ESSA MOEDA DIGITAL SE TORNOU ATRATIVA?

O Bitcoin se tornou atrativo graças à valorização que vem sofrendo, já que o mercado chinês anda impulsionando essa moeda digital por conta da desvalorização do Iuan.
Graças ao aumento dos preços, a moeda voltou a atrair gente interessada em investir em Bitcoin, especialmente aqueles que atuam em grandes grupos de mineração. 
Por meio deles, é possível competir com empresas que possuem equipamentos potentes específicos para minerar Bitcoins, já que todos compartilham poder computacional enquanto tentam decifrar os códigos.
Os resultados obtidos por esses grupos, que podem passar de dezenas de milhares de integrantes, são divididos entre todos. Isso porque os Bitcoins podem ser negociados por meio de frações.
Essa moeda digital tem servido de inspiração para grandes agentes financeiros, sendo que vários bancos já aderiram à sua tecnologia (blockchain) ou estão estudando formas de usá-la. Alguns até mesmo já pensam em criar e implantar suas próprias criptomoedas, o que significa uma forte tendência do crescimento delas no futuro.
Copiado: https://blog.foxbit.com.br

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

As 7 Características da Inovação Disruptiva

O que é e como implementar a inovação disruptiva

Inovação disruptiva é o tipo da expressão que chama a atenção e que pode ser tanto um tema de reuniões em sua empresa quanto em uma animada mesa de bar. 
O assunto é mesmo empolgante e existe um motivo para isso: são as inovações disruptivas que fazem os mercados evoluírem, novas soluções para suas necessidades serem desenvolvidas e proporcionam uma experiência nova em termos de consumo e até no modo como tocamos a vida.
Inovação disruptiva não é simplesmente adicionar novas características a um produto ou serviço existente. Trata-se de encontrar maneiras novas de solucionar as necessidades dos clientes que ainda não foram atendidas ou eram atendidas com um alto custo.
A internet é um exemplo dessas inovações disruptivas. Com o seu surgimento, a maneira como as pessoas se comunicam e o conhecimento é compartilhado mudou drasticamente, criando um amplo novo mercado, que incluiu oportunidades de trabalho para designers e programadores criarem sites, redatores usarem suas técnicas de copywriting, empresas SaaS venderem seus softwares como serviços pagos mensalmente e muitas outras atividades.
Mas afinal, como surgem as inovações disruptivas? É isto que vamos abordar nesta postagem.

Como surge uma inovação disruptiva - A inovação disruptiva, também chamada de inovação descontínua, se opõem à inovação incremental (ou contínua).

Isso é fácil de entender: uma inovação incremental é aquela que as empresas usam simplesmente para que seus clientes enxerguem algum valor a mais em seus produtos atuais, consumidos pelos clientes atuais.
Por exemplo: por muitos anos, no Brasil, era muito raro encontrar modelos de veículos com câmbio automático. Hoje, é muito comum adquirir esse tipo de modelo de carro automático.
Trata-se de uma típica inovação contínua ou incremental: o produto melhorou um pouco, mas sem grandes novidades. Isso acontece porque grandes corporações, com mercados cativos, preferem não se arriscar em criar algo totalmente novo, fazendo altos investimentos em pesquisa e desenvolvimento, sendo que seus produtos já são lucrativos e dominam alguns mercados.
Assim, no lugar de gerarem uma inovação disruptiva, essas grandes empresas usam as inovações contínuas, quase cosméticas, que em alguns casos chegam a ser algo tão simples quanto lançamento de novas cores para um produto, por exemplo.
A inovação disruptiva é totalmente diferente, ela revoluciona o mercado ao introduzir inovações que resolvem problemas dos consumidores que os produtos anteriores não resolviam. Assim, exemplos clássicos de negócios disruptivos potencializados pela internet são o Airbnb e o Uber.

Perceba que o Uber não se trata apenas de mais um serviço de táxi, mas um serviço de transporte urbano que permite escolher seus motoristas, dar notas a eles, pagar preços diferenciados por horário e ainda emprega pessoas que desejam prestar estes serviços.
De forma semelhante, o Airbnb ocupou uma lacuna no mercado, tanto para quem aluga seu imóvel ou quarto, quanto para quem procura hospedagem: preço acessível, pouca burocracia, privacidade e uma forma ágil e prática de se achar (e anunciar) isso.
Essa é a grande sacada da inovação disruptiva: criar um novo mercado ao atender necessidades dos consumidores de forma mais econômica e com menos custos.

Os 7 elementos da inovação disruptiva

Pense no marketing de conteúdo. Vamos tentar interpretá-lo como uma inovação disruptiva e, em seguida, entender os elemento necessários para gerar este tipo de inovação.
O público precisa de informação e sempre está em busca dela para tomar decisões sobre a aquisição de produtos e serviços, por exemplo.
De outro lado, as empresas tentam divulgar seus produtos e serviços divulgando informações sobre eles. A maneira tradicional de fazer isso é por meio de anúncios em revistas e jornais, ou na televisão, interrompendo o entretenimento dos espectadores e leitores.
O marketing de conteúdo conseguiu criar uma nova solução, tanto para empresas como para consumidores, ao fazer com que as empresas criem conteúdos interessantes e relevantes em blogs que podem ser encontrados na internet pelos clientes, que estão interessados neles, e sem interrompê-los.
Essa sacada disruptiva é considerada uma das maneiras mais eficazes para transformar seu site em uma máquina de leads.
E se você duvida da eficácia dessa ferramenta de marketing digital, confirme a excelência de seus resultados analisando os KPIs de um e-commerce que utiliza essa tática.
Mas quais são os elementos que caracterizam as inovações disruptivas, afinal?

1- Clientes novos - A inovação disruptiva visa atender novos clientes, não que os antigos sejam desprezados, mas ao criar soluções que atendem necessidades antes negligenciadas, novos públicos se integram à sua clientela.

2- Alto investimento - Para gerar uma inovação disruptiva é preciso investir em pesquisa e desenvolvimento, no entanto, a solução em si deve ser de baixo custo para o cliente.

3- Sustentável em longo prazo - Exatamente por atender a um novo mercado, a inovação disruptiva se mantém relevante por muito mais tempo que uma mera inovação incremental.

4- Alto Risco - Exatamente por seu risco (alto investimento e incerteza se a inovação será aceita pelo mercado), a inovação disruptiva acaba sendo ignorada por empresas estabelecidas, tornando-se uma oportunidade de liderança disruptiva para empresas emergentes.

5- Retorno incerto - Por mais que se prepare e pesquise, uma inovação disruptiva sempre é incerta, algumas delas sendo redescobertas anos mais tarde e dando certo.

6- Gerar um novo valor - Enquanto a inovação incremental agrega valor a uma solução que já existia, a inovação disruptiva cria um novo valor, uma perspectiva que antes não era considerada

7- Criar, não apenas melhorar - As inovações disruptivas criam, é uma inovação real, não uma mera melhoria.

Agora que você entendeu todos estes conceitos, está preparado para gerar uma inovação disruptiva em seu negócio?
A inovação contínua ou incremental não vai manter seus clientes fiéis por muito tempo e logo você os estará perdendo para a concorrência. Seja disruptivo e surpreenda-os positivamente a cada inovação.
Por: Patricia Sperk - https://www.kinghost.com.br

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Quais São as Principais Ferramentas de Gestão?

O mercado está cada vez mais competitivo e exige que todo profissional faça muito mais com muito menos. Por isso o gestor destacado deve estar organizado para ter controle de todos os processos de sua empresa, acompanhar todos os colaboradores da sua equipe, conferir a qualidade de seus produtos e serviços e ter tempo para buscar inovação e criatividade.
Com as ferramentas certas cada uma dessas funções pode ser executada com qualidade e rapidez.
Você sabe para que as ferramentas de gestão servem? As ferramentas de gestão servem principalmente para obter um controle sobre processos.
Muitos gestores não tem conhecimento total sobre os processos que estão gerindo, e por isso perdem eficiência e efetividade em sua execução por falta de controle.
Usar ferramentas apropriadas de gestão é uma maneira de se forçar a conhecer melhor os processos do próprio negócio, criando demanda por estudos de mercado, estudos em qualidade, gestão de equipes e outros assuntos de importância administrativa. Veja agora como algumas dessas ferramentas podem ajudar!
Área: Gestão Estratégica – SIG - Os sistemas de informação gerenciais são processos que acontecem para auxiliar no planejamento, organização e tomadas de decisão em tempo mínimo em uma empresa.
Geralmente se constitui de uma cultura empresarial na qual relatórios de acompanhamento são feitos para repassar rapidamente as informações necessárias ao gerente, sem que seja necessário que ele procure por essas informações ativamente.
O sistema se baseia numa estrutura em que o gerente recebe informação via relatórios, que podem ser divididos de acordo com a demanda da empresa. Os relatórios programados são aqueles que são feitos como parte da rotina da empresa, para garantir que todas as informações são repassadas para a gerência.
Assim as tomadas de decisão são mais rápidas e não necessitam de reuniões demoradas ou discussões para acontecer. Os relatórios de exceção são feitos em situações específicas da rotina da empresa.
São situações que demandam atenção especial, ou que saem do escopo de trabalho tradicional da gestão do processo. Por exemplo, o representante comercial de uma rede de supermercados é informado que um carregamento de frutas chegou estragado ao supermercado e deve ser substituído.
Nesse caso, ainda que o relatório programado já tenha sido feito, um segundo relatório deve ser feito para informar o caso excepcional da falta de frutas adequadas no carregamento. Existem também situações em que a gerência necessita de informações adicionais por motivos que a equipe desconhece.
Esses tipos de relatório sob demanda da gerência são importantes para que a tomada de decisões não dependa do calendário de relatórios formais. Muitas vezes os relatórios programados são formatados para um leque de informações que não atende as necessidades do gestor em determinado momento. Por isso, um relatório específico pode ser solicitado.
Área: Gestão da Qualidade – Six Sigma - O modelo da Motorola para gerenciamento de processos de qualidade está entre um dos mais populares do mundo, sendo aplicado em empresas de diversos setores. É fundamentado na diminuição dos erros e na análise estatística dos processos geridos.
Existem dois modelos de aplicação do Six Sigma, sendo um deles para novos processos, novos produtos ou novos serviços que ainda não foram testados, e o outro focado em processos, produtos e serviços que já existem e precisam ser melhorados.
Modelo DMADV -  Está relacionado com a criação, e se divide em cinco passos:
  •  Definir metas: São traçados os objetivos de acordo com a demanda do cliente e de acordo com o planejamento estratégico da empresa.
  • Mensurar:Aqui são desenvolvidos indicadores e métricas para análise de risco, qualidade de produtos e serviços e efetividade dos processos.
  • Analisar:Projetar os indicadores, relacioná-los e identificar as melhores oportunidades com os menores riscos para o projeto.
  • Detalhar:Evidenciar os detalhes do projeto, melhorar e verificar a funcionalidade do desenho.
  • Verificar:Colocar o piloto em teste, verificar os erros para redefinir estratégias e melhorar processos.
Modelo DMAIC  - Está relacionado ao melhoramento, e se divide nos seguintes passos:
  • Definir o problema: Identificar qual é o aspecto a ser melhorado de acordo com os clientes.
  • Mensurar:Identificar quais são as variáveis que influenciam naquele problema e criar indicadores eficientes para representá-las.
  • Analisar:Considerando os indicadores levantados, estuda-se o processo para identificar a melhor maneira de corrigir os problemas.
  • Melhorar (Improve):Aplica-se soluções de acordo com a análise feita, criando padrões para os processos, reduzindo assim erros e imprevistos.
  • Controlar:Monitorar os sistemas instalados para corrigir eventuais erros.
Área: Acompanhamento de equipes – Avaliação 360º

Além de monitorar seus indicadores e padronizar seus processos de criação e inovação, o bom gestor deve dispor de ferramentas de avaliação da equipe.
Existem diversas ferramentas de RH que procuram identificar padrões de comportamento nos membros das equipes, porém toda avaliação feita por uma só pessoa levará em conta apenas a opinião dessa pessoa.
A avaliação em 360º fornece uma alternativa para esse tipo de avaliação, ao considerar a opinião de todas as pessoas da equipe para avaliar a própria equipe. A estrutura da avaliação em 360º se caracteriza pela avaliação mútua, em que cada membro da equipe avalia a todos os outros membros e também a si próprio.
As avaliações quantitativas e qualitativas são passadas para o setor responsável pelo RH da empresa e são analisadas comparando a avaliação média que todos os outros integrantes da equipe fizeram daquele membro com a avaliação que ele fez dele próprio. O questionário feito para esse tipo de avaliação envolve valores importantes para a empresa, contemplando comportamentos e habilidades que podem ajudar a organização a se desenvolver e alcançar seus objetivos.
Assim o colaborador consegue avaliar se, dentro do seu ciclo de relacionamentos, a empresa mostra esses valores e os passa adiante. Além disso a avaliação permite um feedback mais objetivo a respeito do comportamento do colaborador, visto que, pelo fato de ser um modelo de avaliação desenvolvido por todos, passa a ser mais impessoal.
Com essa análise objetiva do comportamento de cada um, a conversa com a equipe fica mais direta. A discussão sobre a subjetividade da avaliação já perde o sentido, uma vez que a avaliação foi feita por todas as pessoas que se relacionam dentro da equipe.
Com uma discussão direta e objetiva, a conversa fica mais fácil e o relacionamento com a equipe melhora. Garantir um bom relacionamento com a equipe com uma comunicação clara e objetiva é uma ferramenta essencial para se obter resultados e manter a motivação. (Neste caso manter um bom ambiente de trabalho ajuda bastante).
As metodologias que foram apresentadas até aqui podem ser aplicadas em diversas formas de organização empresarial. São métodos práticos de se otimizar processos no dia a dia, que não dependem de softwares especializados para serem aplicados.
Mas em muitas outras situações o uso de aplicativo pode ser uma boa saída para o gestor. O aplicativo ajuda na economia de tempo, trabalho, e portanto, dinheiro.
Veja aqui alguns aplicativos que podem facilitar o gerenciamento dos seus projetos!
Área: Coordenação de equipes – Trello
Esse aplicativo tem um design inovador, que facilita muito o acompanhamento do trabalho desenvolvido pela equipe. Funciona com um sistema de cards, que podem ser classificados e movidos com facilidade.
A flexibilidade desse aplicativo e a forma intuitiva de organização fazem do trello uma ferramenta de gestão excepcional para organizações de todos os tamanhos e áreas de atuação. Cada card criado pode ser subdividido em vários outros grupos, que podem ser classificados e atualizados de acordo com o andamento das atividades da equipe.
As atividades podem ser comentadas, marcadas com cores diferentes e carregadas com anexos de fotos, planilhas e documentações externas para facilitar a organização. Dessa forma o trello cria um ambiente onde é possível acompanhar todo o andamento das atividades de maneira rápida, personalizável e intuitiva.
Área: Coordenação de equipes – Runrun.it - O Runrun.it já atende grandes empresas de vários setores com sua plataforma integrada de gestão do trabalho.
O aplicativo oferece espaço para o acompanhamento de tarefas e projetos com interface simples e funcional, possibilidade para gestão de custos em relação a cada cliente da empresa, organização dos indicadores de performance da equipe e dos projetos e comunicação integrada para toda a equipe.
Além disso o aplicativo oferece integração com outros aplicativos de gestão e serviço de suporte técnico para os usuários. A interface pode ser adaptada para diferentes tipos de usuários, com espaços para organização de relatórios, acompanhamento de metas e muitas outras funções.
É um aplicativo pago, com pacotes diferentes para diferentes tipos de demanda e complexidade de organização.
Área: Criação de sites – Wix - A criação de sites empresariais já não é mais restrita para quem tem recursos, dinheiro ou contatos na área de TI.
Plataformas como o Wix vem para revolucionar o mercado de criação de sites empresariais, dando ferramentas para que qualquer pessoa consiga criar o próprio site sem esforço nenhum.
O Wix apresenta modelos diferentes para se usar com designs adaptados para diferentes tipos de negócio, de modo que o trabalho do cliente fica reduzido a uma personalização em cima do que já está pronto. Com ferramentas intuitivas para se trabalhar, recursos pré formatados e flexibilidade para o usuário, o Wix faz com que a tarefa de criação de um site seja brincadeira de criança.
A interface da plataforma traz facilidades para o usuário criar designs que estão em alta hoje em dia, com conceitos de marketing digital que são usados em sites de grandes empresas para tornar a navegação mais fácil.
Área: Criação de plano de negócios: Plano de negócio - Para viabilizar uma ideia, trazer novos investimentos e expandir o seu empreendimento, a coisa mais importante a se fazer é criar um plano de negócios eficiente.
Não é uma tarefa simples, pois demanda muito estudo de indicadores e conceitos administrativos que não são triviais para muitos empreendedores de primeira viagem.
O aplicativo do SEBRAE foi feito justamente para facilitar a montagem de um plano de negócios para o gestor, com o uso de linguagem simples e direta, exemplos de diversos tipos de empreendimentos, vídeos instrutivos, dicas para os setores de agronegócio, prestação de serviços, indústria e comércio. A criação do plano de negócio pelo aplicativo é personalizável, tem possibilidade de exportação para diferentes formatos de arquivo, como Word e PDF, possibilidade de cadastrar até 5 planos diferentes co o mesmo CPF e tudo isso sem pagar nada.
É uma ferramenta excepcional para quem precisa de ajuda para descrever o próprio negócio para atrair mais investidores.
Área: Controle Financeiro – Conta Azul - Todo tipo de negócio precisa de um controle financeiro de ponta para funcionar adequadamente. Empresários de primeira viagem costumam perder muito dinheiro e fazer o próprio negócio afundar em dívidas simplesmente por que não acompanham as finanças do empreendimento.
O uso de aplicativos para facilitar a gestão financeira pode ser um diferencial para a empresa cuja saúde financeira está comprometida, e o Conta Azul apresenta soluções fundamentais para esse tipo de problema. O Conta Azul integra processos de gestão desde as finanças até a venda com cadastro de clientes, estoque e relatórios.
As transações comerciais são registradas em sistema integrado ao sistema bancário, as ordens de serviço e as emissões de orçamento são feitas com facilidade. Na produção o aplicativo oferece o controle de propostas de venda integrado com a emissão de NF-e, emissões de boleto e atualização de giro de estoque automática.
Por fim os relatórios são gerados online com informações a respeito do estoque, das vendas e das vendas da empresa, o que facilita a contabilidade e a gestão do negócio.
Área: Gestão de canais de comunicação –Google Analytics - O aplicativo Google Analytics é sem dúvidas uma das ferramentas mais eficientes para a análise e acompanhamento do marketing digital da sua empresa.
A plataforma oferece organização de todos os seus canais de comunicação de maneira integrada, elabora relatórios de maneira personalizada, oferece kits de desenvolvimento de software para Android e IOS com finalidade de melhorar a gestão de marketing da sua empresa, analisa a quantidade de vendas, a taxa de conversão de clientes, taxas de engajamento com canais de comunicação e muito mais.
A plataforma realiza análises muito úteis para negócios em expansão, que precisam saber rapidamente qual tipo de marketing é mais efetivo. Os relatórios ajudam a identificar quais características dão mais resultado no website da sua empresa e quais são as páginas mais procuradas no seu ramo.
Além disso é possível acompanhar o desempenho da sua publicidade em redes sociais, anúncios dos seus produtos, relevância no buscador da google e até como os clientes se relacionam com a sua marca por vias indiretas.
É uma ferramenta poderosa para profissionais de marketing e vendas, e não pode ser ignorada quando se fala em ferramentas de gestão.
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